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Barbie: The Dreamhouse Experience – Ame ou Odeie, mas respeite!

Uma das coisas que definitivamente mais marcou a minha infância foi brincar de boneca. Como grande parte da geração 90, minhas favoritas sempre foram as Barbies. Podia passar horas e mais horas por dia enfeitando seus cabelos, criando histórias, mudando as roupas e até mesmo fazendo as roupas (sempre aproveitei cada retalho que aparecia para aumentar o acervo das minhas bonecas). A propósito, aos 21 anos, ainda amo Barbies, principalmente as de cabelo escuro, só não as compro mais ou brinco com as que tenho… :p

Recentemente, precisamente em 16/05, foi inaugurada a primeira casa da Barbie em tamanho real na Europa (já existia uma na Florida), The Dreamhouse Experience, a qual oferece as mais diversas formas de entretenimento para garotas, como brincar com Barbies, videos, cuidar dos “animais” de estimação da Barbie, exposições de Barbies, closet “sem fim” etc… Um mundo de muuuuuuuuuuuita diversão para a maioria das meninas e até mesmo para mim, que já passei umn pouco da idade… rs (exceto pelo excesso de rosa, que faz minhas vistas arderem um pouco, embora eu ame rosa). E sim, adoraria estar aí e espero que no dia que eu tiver filhas ainda existam casas da Barbie como essa para visitar! *-*

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Filha empolgada, mãe nem tanto… rs

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Como eu ia amar isso… *-*

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Mais um momento que eu invejo… *-*

Como tudo não é só alegria, obviamente houve quem quisesse acabar com a inauguração. Respeito com todas as forças da minha alma qualquer mulher ou criança do sexo feminino que não goste da Barbie, mesmo que odeie a Barbie – temos o direito de divergir e é maravilhoso que não pensemos igual. Dentro do que considero racional, entretanto, não cabe um grupo de mulheres enlouquecidas e semi nuas ateando fogo em uma Barbie presa a um crucifixo no local onde está instalada a Casa da Barbie. Tudo bem que considerem a Barbie machista (recuso-me a usar o termo cunhado pela militância, até porque sou feminina, não feminista, logo, na visão destas, sou machista), tudo bem que tenham ogeriza ao encanto que tais bonecas provocam em milhões de garotinhas, porém isso não dá o direito a nenhuma dessa criaturas de acabar com a festa de outros. Querida, você odeia a Barbie, mas há quem goste, portanto, respeite em vez de tumultuar! Vocês acusam a sociedade de impor um padrão, mas vocês também o fazem ao querer impor que todos compartilhem do seu pensamento! Vocês são muito mais intolerantes do que quem vocês acusam de sê-lo.

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Uma coisa posso dizer por experiência própria: brinquei de Barbie mais do que com qualquer outra coisa, sobretudo as loiras e não quis ser loira ainda, não tenho silicone, não tenho plástica nenhuma, não sou alienada, sou feminina sim, sou vaidosa sim e o que a Barbie tem a ver com isso? NADA! O dito “padrão irreal de beleza imposto pela sociedade” não é imposto pela sociedade ou por uma boneca, mas sim pelos próprios indivíduos, que na média são ávidos por se sentirem parte de um grupo independentemente do que tenham de se prestar a fazer para ser parte dele… E isso depende de cada um, pois temos livre arbítrio e, na maior parte do mundo ocidental, ao menos por enquanto, liberdade de expressão…

Minha mãe diria que é “falta de tanque“… hahahahaha Eu já diria que é simples falta do que fazer e necessidade de aparecer… Enfim…

Viva a Barbie!!! Viva a casa da Barbie!! *——————–*

Beijos e até a próxima!

Thaís Gualberto

Fontes consultadas:

Portal Terra, Portal G1, Correio Braziliense

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Quinze Anos coletivo

Tal como no Brasil, a chegada do 15º ano é aguardada com fervor, pelas jovens, no México. Muito mais intensamente que aqui, na nação hispânica a festa de 15 anos (Quinceañera) é uma tradição importantíssima, sendo esta uma das celebrações mais importantes do país (ainda que individualmente).

Para os mexicanos (acredito que aqui no Brasil esses valores quanto a “debutar” são beeem menos nítidos), a  comemoração, que representa um rito de passagem da infância para a vida adulta e apresentação da jovem à sociedade como apta ao matrimônio, é também uma demonstração da honra da família e padrinhos da debutante e tem origem em ritos de passagem maias e astecas e também em bailes da elite colonial (chapetones y criollos), inspirados em bailes europeus (sobretudo franceses e austríacos).

Tamanha a relevância da celebração, o Instituto de la Juventud de Districto Federal promove, anualmente, um baile comunitário de debutantes. Este ano a festa aconteceu no dia 30 de abril (não consegui informações que indiquem ou contradigam que esta é uma data fixa), na Cidade do México. 407 debutantes pouco abastadas participaram do eventos, realizando aquele que certamente representava um de seus maiores sonhos, sendo elas, inclusive, apadrinhadas por funcionário do governo do DF. 

Independentemente de intenções políticas em promover o evento e de como o dinheiro nisso investido poderia ter sido investido em áreas como educação e/ou saúde, acho muuito válida a atitude. É bonito ver garotas com poucas oportunidades realizarem um sonho que entre seu povo tem enorme importância, principalmente se considerarmos que mesmo as família mais pobres esforçam-se homericamente (incluindo ajuda da vizinhança) para proporcionarem um “dia de princesa” (aqui isso soa meio esquisito, não?) às filhas. Ainda que não pareça, esse é um ato de inclusão.

Para quem entende espanhol, aqui o depoimento de uma jovem participante do projeto este ano.

Fontes:

Learn NC

El Universal DF 

Instituto de la Juventud de Districto Federal

xoxo

http://politicadesaltos.blogspot.com

@thaisdramaqueen

Ao Topo, como Mulheres

“Fluente em sete línguas, doutora. Cristina tinha méritos que poucos alcançavam. Era invejada. Sua capacidade de fazer bons negócios era surpreendente. Apesar do alto cargo que ocupava, era feminina, dona de uma estonteante e distinta beleza. Impunha-se e obtinha o êxito”. Fala-se muito a cerca do crescimento da participação da mulher na sociedade ao longo do século XX; de conquistas como a pílula anticoncepcional, o direito ao divórcio, a possibilidade de ocupar cargos que antes eram prerrogativa apenas dos homens; entretanto pouco se analisa as conseqüências negativas para todas.

Um dos principais ônus proporcionados pela dita revolução feminista refere-se à maternidade. Ao assumir um posto elevado em uma grande empresa, a mulher, em geral, sente-se comprometida consigo própria a mantê-lo e não se afastar dele. Assim, adia ao máximo momento de ter um filho e até mesmo de se casar ou desiste de ambos em nome da carreira escolhida, fato este acompanhado pelo receio de não conseguir conciliar a vida profissional e as responsabilidades na qual implica formar uma família.

Pensamentos como “Com quem deixar a criança?”, “Não vou ter tempo para educar um filho” ou “Preciso dedicar-me ao meu trabalho independentemente do resto.” parecem constantes entre as profissionais de alto nível de qualificação. Perder aquilo que com tanto esforço fora conquistado devido a uma gravidez pode soar grotesco, no entanto é cabível considerando-se que homens não recebem licença maternidade de quatro meses (a licença paternidade é de apenas uma semana) e dificilmente faltarão ao trabalho por estar com um filho doente. Ainda hoje, mulheres são significativamente menos contratadas que homens para cargos de grande responsabilidade e recebem menores salários que aqueles.

Outro aspecto que aparentemente resultou da expressiva inserção feminina no mercado de trabalho é a masculinização das mulheres. E isso começa nas escolas, que, em sua maioria, impedem meninas de usarem sandálias ou sapatos de salto e as obrigam a usar calças jeans. Conforme se passam os anos, torna-se mais rara a visão de uma mulher que se expresse plenamente como tal ocupando a altos cargos. Cabelos longos, saias, vestidos, cores vivas no vestuário e na maquiagem são vistos comumente como indicador de vulgaridade ou futilidade.

Assim, a suposta praticidade da vida masculina incorpora-se ao cotidiano feminino. Cabelos curtos não exigem tanto tempo ou dinheiro, bem como unhas longas despendem mais esmalte e horas no salão e usar saias é mais custoso que vestir calças, visto que é preciso estar em dia com a depilação das pernas e/ou usar meias-calças, que desfiam com facilidade.  Equivocadamente, muitos acreditam que a competência é algo inversamente proporcional ao comprimento do cabelo, das unhas e a cor do batom; uma vez que ter vaidade é facilmente confundido com não possuir conteúdo.

Contudo, que sentido há em conquistar espaço e não poder se mostrar como mulher e feminina? As vagas podem estar disponíveis, mas avanço algum representam se para isso a mulher tiver de deixar de lado o que é próprio do ser mulher. O machismo continua a existir, todavia muito mais velado que no passado. Trabalhar em meio a muitos homens não significa ter de aceitar o sexo feminino sob a condição de que elas sejam como eles. Igualar-se a eles para se manter no topo é reconhecer que eles são superiores. Portanto, a vitória sobre o preconceito apenas se concluirá no dia em que as mulheres imporem-se plenamente como tais aos homens.

(Thaís Gualberto)

No Dia Internacional da Mulher, lembre-se que todos os dias são nossos contatnto que sejamos sempre aquilo que de fato somos: mulheres!

Ame-se, lute por seus sonhos, seja feminina. Seja, simplesmente, uma mulher…

Excelente dia para todas nós!

Thaís

 

Bizarrices Gestacionais

Há pouco mais de um mês escrevi o post “Gravidez Pós-50”, no qual comentava a estranha gravidez natural da atriz Solange Couto, que se descobriu naturalmente grávida aos 54 anos. Para quem pensa que isso e desejos como terra e tijolo são as coisas mais bizarras relacionadas à gestação, esse post será a mudança… Hoje, passeando um pouco à procura de informação, fui atraída pelo texto “Conheça os recordes da Maternidade”, no Portal IG. Acrescentei um caso que descobri pesquisando um pouquinho mais…

Segue o texto do Portal IG – Delas e meu acréscimo…

 

Casa cheia
A norte-americana Nadya Suleman teve que comprar uma verdadeira coleção de berços ao montar seu enxoval. Em janeiro de 2009, ela teve óctuplos – seis meninos e duas meninas. Nadya esperava por “apenas” sete bebês. Mas, de acordo com o site do programa Good Morning America, da rede de televisão e rádio ABC, o oitavo apareceu cinco minutos depois do primeiro – devia estar escondido atrás dos irmãozinhos. Todos nasceram prematuros e foram recebidos por uma equipe de 46 médicos. Concebidos por fertilização in vitro, os oito bebês se somaram aos outros seis filhos de Nadya. E você achava que sua casa era cheia.

Avó e mãe
Em julho de 2008, a indiana Omkari Panwar teve gêmeos – como milhares de outras mulheres ao redor do mundo. O surpreendente é que Omkari foi mãe aos 70 anos. Ela já era avó de cinco crianças quando mais dois filhos, um menino e uma menina, nasceram de cesárea após Omkari realizar uma fertilização in vitro. A gravidez ocorreu porque a indiana, ao lado do pai dos gêmeos, Charam Singh, queria ter um menino, o que não havia acontecido até então. Antes de Omkari, a espanhola Maria Carmen del Bousada era a mulher mais velha a ter tido filhos, aos 66 anos.

Bebê gigante
Dizem que todo bebê nasce com cara de joelho. Muhammad Akbar Risuddin, nascido em setembro 2009 na Indonésia, seria um joelho bem grandinho: o médico que realizou a cesárea comparou o tamanho do recém-nascido Akbar ao de um bebê de nove meses. Com 8,7 quilos e 62 centímetros, o bebê foi confundido com gêmeos ainda na barriga da mãe, Ani. Akbar era o terceiro filho da família, mas nenhum dos anteriores nasceu tão grande quanto ele. Aqui no Brasil, em janeiro de 2005, Ademilton dos Santos nasceu com oito quilos. E, segundo o Guinness Book of World Records, o maior bebê do mundo saiu da barriga da canadense Anna Bates, em 1879. Ele pesava 10,8 quilos – mas não resistiu e morreu onze horas após o nascimento.

Na palma da mão
284 gramas era o peso que Amillia Taylor tinha ao nascer nos Estados Unidos, em 2006, menos de 22 semanas após ter sido concebida. Mesmo com a ajuda da medicina moderna, Amillia pode ser considerada um milagre. E um milagre muito comemorado pela mãe, a professora Sonja Taylor, que teve Amillia aos 35 anos. Principalmente porque, segundo a Associação de Pediatria Americana, bebês nascidos antes das 23 semanas completas de gestação dificilmente sobrevivem.

Um casal de gêmeos, duas festas de aniversário
Cinco minutos? Meia hora? Nada disso. Os gêmeos de Maricica Tescu nasceram com dois meses de diferença. Como se não bastasse, foram anos diferentes. Catalin nasceu de cesárea em dezembro de 2004 e Valentin veio ao mundo em um parto normal, em fevereiro de 2005. Maricica tinha uma rara deformação no útero, que permitiu aos médicos esperar a gestação completa de Valentin.

Já a norte-americana Jennifer Renz teve gêmeos com uma semana de diferença, em 2010, simplesmente por que o processo de parto estagnou logo após o nascimento da menina, que recebeu o nome de Grace. Os médicos preferiram não induzir a chegada do outro bebê e ele chegou sete dias depois (e recebeu o nome de Noah). Os pais afirmaram que vão comemorar os aniversários das crianças separadamente.

Três “parabéns a você”
A britânica Jennifer Allali deve ser especialista no cálculo da gestação. Seus três filhos, nascidos em anos diferentes, vieram ao mundo na mesma data: 7 de outubro. Sami nasceu em 2010, Adam em 2007 e Najla em 2005. Haja voz para cantar o “Parabéns” três vezes seguidas no mesmo dia.

Grávida por um ano
Segundo registros do ano de 1945, uma mulher chamada Beulah Hunter, de 25 anos, deu à luz em um hospital em Los Angeles. O acontecimento se tornava marcante por um motivo um tanto estranho: Penny Diana, sua filha, nascia não mais nem menos que 375 dias após ter sido concebida. De acordo com a revista “Time”, o médico de Beulah afirmou, na época, que o crescimento do bebê aparentou ter sido interrompido após três meses de gestação, e os batimentos cardíacos da criança só foram detectados pela primeira vez quatro meses depois – quando Beulah já estava no sétimo mês de gravidez.

12 Vezes

Carole Harlock, 42 anos, é recordista inglesa em barriga de aluguel.  Cobrando o equivalente a 40 mil reais, Carole gerou 12 bebês.

Eu, particularmente, não gostaria de ostentar a maioria dos fatos citados… rs

XOXO

Thaís Gualberto

I wish…

Desde que minha amiga Vanessa, do blog Pensamentos Mil, voltou de Nova York e me falou sobre o livro “Mini Shopaholic” – Sophie Kinsella este passou a ser o topo da minha wishlist.

 

 

Como já disse em posts anteriores, sou completamente fanática/viciada pela coleção “Os delírios de Consumo de Becky Bloom”. Os 5 (agora 6) volumes da série são sensacionais e excelentes para quem procura um texto bem escrito, original e divertido. Li os cinco em três semanas e foi uma experiência maravilhosa, como sempre, melhor que a proporcionada pelo filme.

Não deixarei a sinopse aqui explícita, pois contém spoilers e não quero prejudicar possiveis leitoras, mas segue o link para a sinopse traduzida que encontrei no blog Shopaholic, da Mari Trigo.

Ah, como ainda não há edição traduzida, aceito a versão original, em inglês… ahahahahha

Mais informações em: http://www.sophiekinsella.co.uk

XOXO

Thaís Gualberto.

Gravidez Pós-50

Sempre fui muuito a favor de que mulheres engravidem após os 40, sobretudo se o bebê em questão não for o primeiro filho. (Tratarei de alguns casos no livro que escrevo) Essa semana, entretanto, fui surpreendida pela notícia de que a atriz Solange Couto (Dona Jura, “O Clone”; atualmente em “Ribeirão do Tempo”), 54 anos, está NATURALMENTE grávida (!). Espanto, espanto, espanto, eu sei, mas é exatamente isso.

Para a atriz, casada há pouco mais de um ano com um homem de 24 anos, a gravidez foi total surpresa: ” Estava fazendo exames rotineiros para descobrir porque não conseguia perder peso quando soube que estava grávida de três semanas (agora quase quatro). Já tenho um filho de 36 anos e uma filha de 19. Não planejei e nem sonhava que isso pudesse acontecer. Foi uma surpresa e um presente de papai do céu. Agora é cuidar bem desse bebê”

Segundo especialistas, a atriz pode se considerar uma mulher premiada da natureza, pois são extremamente raros casos de fertilidade para a sua idade.  “A partir dos 40 anos é difícil [engravidar naturalmente], a partir do 45 é raríssimo, e depois dos 50 é o terceiro caso que eu ouço”, relata o ginecologista Alexandre Pupo, do hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, que há mais de 15 anos acompanha mulheres durante a gestação.  O obstetra do hospital Albert Einstein, Eduardo Zlotnik, afirma que a chance de uma mulher engravidar espontaneamente a partir dos 43 anos é de cerca de 1% por mês. “Há alguns casos no Brasil de gestantes acima dos 45 anos. Isso é uma raridade”, conta.

Além da dificuldade em engravidar, a mulher que resolver ter filhos mais tarde terá que se prevenir melhor para problemas durante a gravidez, como alterações da tireóide, diabetes e pressão alta. De acordo com os médicos, contudo, avanços científicos têm tornado a geração de bebês cada vez mais segura. “Quando entrei na faculdade, a idade que considerávamos uma gestante ‘idosa’ era de 31 anos”, relata Pupo. “Hoje, a mulher que consegue engravidar aos 40 anos não precisa se preocupar tanto. Se ela fizer o pré-natal corretamente, vai ter bebê saudável na imensa maioria dos casos”, conta Zlotnik, do Albert Einstein. Em relação aos riscos de problemas genéticos aos bebês – como a síndrome de Down – ambos os médicos afirmam que as chances aumentam com a idade, mas os perigos são pequenos. “A síndrome genética não é um fator que impossibilita a gravidez acima dos 35”, diz Pupo.

Como a atriz já tem um histórico de hipertensão (há alguns poucos anos ela sofreu um derrame que a afastou temporariamente da novela “Três Irmãs”), temo um pouco pela saúde dela. Considerando que isso aconteceu natural e inesperadamente, entretanto, parece-me que a vontade divina é de que esse bebê nasça e traga muita alegria a seus pais… Assim, que ela tenha muuuita saúde e sorte para levar a gestação o mais longe possível e que venha um lindo e saudável bebê…

 

 

 

Fontes:

Jornal Extra

Portal G1

 

Poses da Posse

Ontem, dia 1º de janeiro de 2011 Dilma Rousseff, 63 anos, nascida em Minas Gerais, assumiu a presidência da República Federativa do Brasil. Pela primeira vez, em 111 anos de Brasil República, uma mulher ascende à presidência. E aqui vou eu, dar meus pitacos nos modelitos…

Dilma Rousseff

Não a considero mulher feminina e confesso ter-me surpreendido ao vê-la usar vestido + blazer + saltos finos. realmente fico muuuito surpresa quando vejo Dilma usar trajes exclusivamente femininos. Obviamente, notava-se o desconforto da presidente, que a todo momento segurava o casaco e puxava-o para baixo. Isso sem falar nos momentos de total vergonha alheia, como a descida rampa, no qual ficava evidente que Dilma não sabe andar de satos e anda com as pernas abertas, no melhor estilo militar usando coturno.

Ainda que clássico, acho que o modelo da estilista gaúcha Luisa Standtlander não favoreceu em nada a presidente. Como Dilma  é baixa e nada esbelta, o vestido à altura do joelho + casaco curto com mangas três quartos a deixou um tanto quanto “quadrada”. Eu particularmente, acredito que Dilma teria ficado muito melhor se o blazer fosse um pouco mais comprido, mais escuro e com mangas compridas, sendo usado aberto. O comprimento do vestido pareceu-me, por sua vez, bastante adequado.

PS: 3 opções –  Luisa Standtlander votou 45, ou é uma falsa amiga ou é cafona mesmo…

PS2: Acabei de ver Pocahontas o Celso Kamura, cabelereiro presidencial declarar: “Quando Dilma gostar de maquiagem, vou fazê-la assumir os brancos e ficar poderosa como Miranda Pristley [Meryl Streep, “The Devil Wears Prada”]” Vai ficar faltando a elegância, não?

Marisa Letícia

Achei a ex-primeira dama bastante decente e elegante, mas não gostei do fato de que ela usava cores muitos próximas às de Dilma… Como em um casamento, acho que ninguém devia usar o mesmo tom que a “estrela” do momento.


Hillary Clinton


A magreza de Hillary Clinton surpreendeu-me. Admiro-a como pessoa e política, mas não gosto de seu estilo, é formal de um jeito demasiado tradicional. Ainda assim, estava bem em calça preta e blazer azul bebê. Gosto de quando ela usa esse cabelo um pouco compridinho…

Marcela Temer


A grande estrela da festa, nossa vice-primeira-dama e Miss Campinas 2002  é 43 anos mais nova que Michel Temer, com quem é casada desde 2003 e tem um filho de um ano e oito meses.  Usando um vestido lilás rosado (mesmo tom da grava de nosso vice) e o cabelo preso em uma trança lateral, Marcela atraiu todos os olhares. Jovem, bela e com invejável postura, ela sim tem uma imagem (entenda-se porte) digna de primeira-dama.

Assim, encerra-se esse post… A parte política da posse, comento no Política de Saltos.

XOXO & nice week,

Thaís

Dia Nacional do Livro!

Esta sexta-feira, 29 de outubro foi o Dia Nacional do Livro, pois nessa data, em 1810, foi fundada a Biblioteca Nacional.

Eu, como assídua leitora de romances, obviamente não poderia deixar de comemorar a data. Para isso, trago-lhes 5 indicações de livros que li e simplesmente amei, 4 dos quais inclusive inspiraram filmes.

05. PS: Eu Te Amo – Cecelia Ahern


Um livro para nos emocionarmos profundamente junto a Holly. Confesso que chorei algumas vezes enquanto o lia, mas foi lindo. As cartas deixadas por Gerry nos levam a refletir sobre o quão intenso pode ser um amor, as amigas de Holly nos mostram o quão importantes são as amizades na vida de uma pessoa. O livro é muito mais preciso e emocionante ao narrar o drama e recuperação de Holly que o filme estrelado por Hillary Swank e Gerard Butler, além de contar com mais personagens, o que torna o enredo mais verossímil.

04. As Brumas de Avalon – Marion Zimmer Bradley (4volumes)


Li a coleção aos 14 anos e adoraria lê-la outra vez. A visão feminina da famosa lenda britânica do Rei Arthur é fantástica, conquistando-nos em cada passagem, em cada detalhe mágico da narrativa mítica. Mais que isso, é interessante ver como mesmo em tempos remotos e de um machismo indescritível as mulheres tinham um avassalador poder sobre as decisões e a vida dos grande homens que fizeram a História. Não sei se há filmes retratando os livros.

03.O Diário de Bridget Jones – Helen Fielding (2 volumes)


Livro e filme são extremamente parecidos, mas, uma vez mais, o livro supera o filme na riqueza de detalhes e na capacidade em estimular nossas férteis imaginações. É divertido acompanhar os encontros e desencontros da vida de Bridget Jones, sua luta contra o peso e sua busca pelo amor, seus porres e as situações embaraçosas nas quais se mete. Bridget é um amor de pessoa! Uma excelente leitura para férias, engarrafamentos (quando se está em ônibus) e dias chuvosos.

02. O Diabo Veste Prada – Lauren Weisberger


Muitas roupas, sapatos, bolsas e glamour. Basicamente, o que toda mulher já sonhou ao menos uma vez na vida. O livro conta detalhes a cerca da altiva Miranda Pristley que certamente não nos passaram pela cabeça quando assistimos o filme. A propósito, no livro, a personagem vivida nos cinemas por Meryl Streep, tinha o cabelo longo e loiro… Eu adoraria que houvesse outros volumes sobre a relação profissional entre Andrea Sachs e Miranda Pristley, mas infelizmente, não há…

01. Os Delírios de Consumo de Becky Bloom – Sophie Kinsella (5 volumes)

Delírios de Consumo de Becky Bloom - Volume I - Sophie Kinsella

Delírios de Consumo de Becky Bloom - Volume I - Sophie Kinsella

Nenhum livro que li nos últimos anos me deixou tão empolgada como essa coleção. Os risos e temores que me foram provocados por Rebecca Bloom e sua compulsão fizeram-me ler os 5 volumes em três semanas (da semana do Natal do ano passado a primeira semana deste ano). Tudo bem que primeiro eu vi o filme, mas só fiquei sabendo do livro após ver o filme, que é sensacional e compreende aos fatos narrados nos volumes 1 e 2. Adorei ver Isla Fisher como Becky e espero que façam filmes para os demais volumes, pois são igualmente sensacionais, sobretudo o 05.

Breve sinopse do volume I: Rebecca Bloom é uma garota londrina com um péssimo hábito. É uma consumidora compulsiva. Apesar de ser uma jornalista especializada em mercado financeiro, não consegue controlar as próprias finanças. Endividada até a alma, vive fugindo do seu gerente de banco e procurando fórmulas mirabolantes para pagar a fatura do cartão de crédito. E ainda encontra tempo para se apaixonar.

Repetir é humano!

Se há uma coisa que toda mulher odeia, mas a maioria de nós faz é ter de repetir roupas.  Seja por gostar muito de determinada peça, seja por não dispor dos fundos necessários à manutenção de um closet dos sonhos, acabamos sempre por usar algo mais de uma vez.

Tudo bem que isso costuma irritar apenas quando já usamos muuuuuitas vezes as mesmas combinações de peças e não uma peça isolada, mas enfim… Nenhuma mulher repete roupas por livre e espontânea vontade!

Pois bem, a partir daqui, entro em contradição! Mulheres repetem roupa SIM por que querem! Analisemos o caso de uma de minhas divas da música, a cantora norte-americana Christina Aguilera. Ela com certeza tem um mega closet e já a vi usar um vestido azul de bandagem umas três vezes nos últimos três anos, sempre em eventos importantes. Compreendo o amor à peça, mas como escolher sempre a mesma quando temos muitas outras à disposição? Isso é quase aviltante a mulheres comuns como eu, que não tem um dito closet dos sonhos. Para que vejam ser fato o que digo, aí estão as imagens:

LAX Nightclub at Luxor Resort and Casino, 31 de maio de 2008

LAX Nightclub at Luxor Resort and Casino, 31 de maio de 2008

BOA, 13 de agosto de 2010

BOA, 13 de agosto de 2010

Em um casamento, 21 de agosto de 2010

Em um casamento, 21 de agosto de 2010


Perceberam como ela ama esse vestido? É, no caso dela acho que só amor para justificar… Explicações à parte, acho que fica uma lição para todas nós: Se Christina Aguilera pode repitir roupas, por que não eu? Enfim, ter de repetir roupas não deve ser motivo para depressão ou para não sairmos de casa, basta que repitamos com moderação (entenda-se menos exageradamente que minha diva da música em agosto) e bom gosto.

Errar é humano; repetir roupas, também…

XOXO

Thaís

#BTW Adoooro esse vestido… Fica lindo sem as jaquetas que ela usa nas duas primeiras fotos (As jaquetas até se parecem, mas não são a mesma!!)! Também adorei o sapato da segunda (que é provavelmente um legítimo Louboutin), embora muiito alto.

Inimigos dos Saltos Meus (Calamity!)

Niterói, Rio de Janeiro.

Para ir à faculdade todos os dias, em geral, pego dois ônibus. Para o primeiro, ando uns cinco minutos de casa até o ponto. Não seria muito, não fossem os obstáculos que sou obrigada a enfrentar… Há uma obra próxima ao ponto e a prefeitura simplesmente deixou um monte de pedregulhos sobre a calçada o que acaba com meus saltos e deixa-me revoltada!

Pois é, meus sapatos de salto estão ficando arranhados e um deles já teve o salto trocado duas vezes, graças ao desgate que isso promoveu! O que não entendo é: estamos em ano eleitoral, não deviam fazer algo que acabasse com meus salto, pois isso é pedir para perder votos (ainda que eu não vote no partido da prefeitura). Além disso, quem paga meu prejuízo?? Meu pai, é claro…

Por isso, fica a denúncia! Aquela prefeitura infeliz é agora minha inimiga declarada! Se odeia meus saltos, me odeia também!

Linda segunda!
XOXO