“…he took the midnight train…”

Eu sou uma grande fã de Glee. Desde que vi o primeiro episódio da primeira temporada sabia que era mais uma daquelas séries que eu iria acompanhar até o fim. Tanto pela parte musical (amo grande parte das performances), como também pelas histórias de cada personagem. Rachel e Finn sempre foram meus favoritos.

Foi um “susto” acordar no último domingo e me deparar com a triste notícia sobre a morte de Cory Monteith, ator que dava vida ao meu querido Finn Hudson. Tanto quanto foi um susto, ao menos para mim, que desconhecia a história de vida do ator, há cerca de 4 meses saber que ele estava indo para a rehab por uso de drogas (sem essa de “abuso de substâncias”, não sou dada a eufemismos, dorações de pílulas etc.). Para quem sabe tão pouco quanto eu sabia àquela época, o ator começou a ter problemas com narcóticos antes da fama e muito precocemente, aos 13 anos. A causa da morte, infelizmente, não me surpreendeu: álcool e heroína, segundo as preliminares da autópsia. Lamentável, obviamente. Embora fã, entretanto, não o defenderei, pois ao se iniciar com isso, sabe-se bem a que caminho geralmente isso levará. Ele decidiu começar. Mas sim, estou triste por isso.

Não é a isso, contudo, que dedicarei esse post, mas sim ao “movimento” #RememberingCory.

Vi-o pela primeira vez quando interpretava Charlie em Kyle XY. Achava-o lindo! #18YearsCrush

Tornei-me fã a partir do primeiro episódio de Glee, quando Finn Hudson é flagrado cantando a memorável “Can’t Fight This Felling” no chuveiro do vestiário do McKinly High. Como esquecer as performances de “I’ll Stand By You” ainda na primeira temporada ou de “Losing my Religion” (fãs de REM que me desculpem) no episódio “Grilled Chee-sus” na segunda temporada; “You Only Get What You Give”, na terceira; “Barely Brething “, na quarta?

Mas as performances mais épicas foram as feitas junto de Rachel Berry (Lea Michelle), a grande estrela da série. A versão do casal para “Faithfully” no episódio 01×22 “Journey to Regionals” é emocionante, intensa e, ao menos para mim, supera de longe a original do Journey. Igualmente profunda e sentimental foi “Pretending”, uma canção original da série, apresentada no último episódio da segunda temporada. E como não citar a versão gravada para uma de minhas músicas favoritas ever, “Don’t Speak”, original do No Doubt? Dado meu amor por esta, duvidava que fosse gostar da versão Glee, mas amo-a tanto quanto a original e acredito que esta foi a música que possibilitou uma das melhores sequencias da série, no épico episódio “The Break-Up”, da quarta temporada.

Quando Finn Hudson enfrentou Brody e lhe gritou “Stay away from my future wife”, senti-me tocada tão profundamente… Jamais esquecerei o impacto que essa cena teve sobre mim… Causou-me tantas expectativas felizes quanto ao futuro do meu casal gleek favorito… Eu acreditei que Finn iria finalmente fazer com que Rachel se tornasse sua esposa e que com isso teria #FinchelForever… Agora jamais teremos isso…

Eu também sempre lembrarei como eu ficava feliz cada vez que via “o meu” Finn Hudson dizer coisas lindas sobre ou para Rachel… Eu também sempre pensarei nas músicas que sempre os imaginei cantar mas nunca chegaram a cantar… Mesmo as do Bryan Adams, ainda que ele não tenha permitido que a série usasse suas composições.

Eu espero sinceramente que Finn Hudson tenha um fim na série digno de seu enorme coração, da sua importância na trama e da memória de Cory como ator… I really miss Finn Hudson, I really miss Cory…

Rest in peace, Cory…

“Don’t tell me ‘cause it hurts…”

Anúncios

Barbie: The Dreamhouse Experience – Ame ou Odeie, mas respeite!

Uma das coisas que definitivamente mais marcou a minha infância foi brincar de boneca. Como grande parte da geração 90, minhas favoritas sempre foram as Barbies. Podia passar horas e mais horas por dia enfeitando seus cabelos, criando histórias, mudando as roupas e até mesmo fazendo as roupas (sempre aproveitei cada retalho que aparecia para aumentar o acervo das minhas bonecas). A propósito, aos 21 anos, ainda amo Barbies, principalmente as de cabelo escuro, só não as compro mais ou brinco com as que tenho… :p

Recentemente, precisamente em 16/05, foi inaugurada a primeira casa da Barbie em tamanho real na Europa (já existia uma na Florida), The Dreamhouse Experience, a qual oferece as mais diversas formas de entretenimento para garotas, como brincar com Barbies, videos, cuidar dos “animais” de estimação da Barbie, exposições de Barbies, closet “sem fim” etc… Um mundo de muuuuuuuuuuuita diversão para a maioria das meninas e até mesmo para mim, que já passei umn pouco da idade… rs (exceto pelo excesso de rosa, que faz minhas vistas arderem um pouco, embora eu ame rosa). E sim, adoraria estar aí e espero que no dia que eu tiver filhas ainda existam casas da Barbie como essa para visitar! *-*

14-casa-da-barbie

Filha empolgada, mãe nem tanto… rs

6-casa-da-barbie

Como eu ia amar isso… *-*

3-casa-da-barbie

Mais um momento que eu invejo… *-*

Como tudo não é só alegria, obviamente houve quem quisesse acabar com a inauguração. Respeito com todas as forças da minha alma qualquer mulher ou criança do sexo feminino que não goste da Barbie, mesmo que odeie a Barbie – temos o direito de divergir e é maravilhoso que não pensemos igual. Dentro do que considero racional, entretanto, não cabe um grupo de mulheres enlouquecidas e semi nuas ateando fogo em uma Barbie presa a um crucifixo no local onde está instalada a Casa da Barbie. Tudo bem que considerem a Barbie machista (recuso-me a usar o termo cunhado pela militância, até porque sou feminina, não feminista, logo, na visão destas, sou machista), tudo bem que tenham ogeriza ao encanto que tais bonecas provocam em milhões de garotinhas, porém isso não dá o direito a nenhuma dessa criaturas de acabar com a festa de outros. Querida, você odeia a Barbie, mas há quem goste, portanto, respeite em vez de tumultuar! Vocês acusam a sociedade de impor um padrão, mas vocês também o fazem ao querer impor que todos compartilhem do seu pensamento! Vocês são muito mais intolerantes do que quem vocês acusam de sê-lo.

femen-barbie

what the hell??? –‘

000_dv1476319

Uma coisa posso dizer por experiência própria: brinquei de Barbie mais do que com qualquer outra coisa, sobretudo as loiras e não quis ser loira ainda, não tenho silicone, não tenho plástica nenhuma, não sou alienada, sou feminina sim, sou vaidosa sim e o que a Barbie tem a ver com isso? NADA! O dito “padrão irreal de beleza imposto pela sociedade” não é imposto pela sociedade ou por uma boneca, mas sim pelos próprios indivíduos, que na média são ávidos por se sentirem parte de um grupo independentemente do que tenham de se prestar a fazer para ser parte dele… E isso depende de cada um, pois temos livre arbítrio e, na maior parte do mundo ocidental, ao menos por enquanto, liberdade de expressão…

Minha mãe diria que é “falta de tanque“… hahahahaha Eu já diria que é simples falta do que fazer e necessidade de aparecer… Enfim…

Viva a Barbie!!! Viva a casa da Barbie!! *——————–*

Beijos e até a próxima!

Thaís Gualberto

Fontes consultadas:

Portal Terra, Portal G1, Correio Braziliense

Centelha

O que você faria se o amor de sua vida fosse-lhe arrebatado por uma injustiça?

Ao acidentalmente tocar a arma de um crime, Victoria Fernández foi condenada injustamente a 37 anos de reclusão por um crime que não cometeu. Atordoado diante as provas e desesperado diante a condenação de sua esposa, Eduardo Arriaga, sob influência de Amalia Arriaga, sua tia, e de Rosa Fernández, a irmã gêmea de Victoria, pede o divórcio e aceita dizer para os filhos, Leonardo e Patricia, que a mãe deles estava morta e atendia por um outro nome.

Vinte anos se passam desde o “fatídico dia”. Eduardo, agora noivo da jovem María Luisa Landeros, desperta a ira de seus filhos mais velhos e também de suas tias, quem abominam a ideia de vê-lo outra vez casado, e também de Rosa, quem não admite nunca ter conquistado o cunhado, apesar de tê-lo dado sua filha mais nova, Mariana, que aos 18 anos é imagem e semelhança da jovem Victoria que o despertou para o amor. Mais que isso, Eduardo também se vê envolvido em um conflito consigo mesmo: o fato de que jamais conseguiu ou conseguirá superar seus sentimentos por Victoria, o que o faz, inclusive, questionar-se a respeito das decisões que tomou no passado.

Victoria, por sua vez, distante dos filhos e sentindo-se abandonada à própria sorte pelo homem que jurara amá-la sob quaisquer circunstância conta, como os únicos apoio, com a genuína amizade e competência da peculiar María Elena Ríos, sua advogada desde o dia em que foi acusada e com a esperança de conseguir de volta sua liberdade e rever seus filhos. Seu desejo se realiza precisamente 20 anos depois do “fatídico dia”, quando, por coincidência ou não, Rosa é misteriosamente assassinada nesse mesmo dia.

De volta à vida e à cidade em que vivia, Victoria depara-se com um inquietante: Reencontrará Eduardo e se deparará não só com os filhos, já adultos, mas também com todos os que estiveram na viagem em que perdeu tudo aquilo que considerava mais precioso.

Estará Victoria pronta os encontros e reencontros que a esperam? Conseguirá aliados em sua busca pelo verdadeiro culpado pelo assassinato de Paola Martínez y Orellana? Resistirá seu orgulho diante a mais singela centelha? E quanto a Eduardo, estará ele disposto a admitir cada um de seus vis erros em nome do imenso amor que nutre por Victoria? Estará ele disposto a enfrentar seu próprio sangue em nome de um sentimento? Quem os apoiará, quem os confrontará, quem os aproximará?

Essa é uma história sobre amor, amizades, valores, moral e família, mas, acima de tudo, uma história sobre arrependimento e perdão

Centelha…

Um passado, um amor, uma chama…

…*…

E se querem uma música que acompanha muitíssimo em essa história, essa é a canção:

Laura Pausini – In Assenza di Te

Em breve, mais informações…

Beijos,

Thaís Gualberto

 

Reaproveitando: muda a novela, o figurino ressurge!

Já devo ter comentado algumas vezes (provavelmente muitas) o fato de que gosto bastante de novelas, especialmente das mexicanas. Embora não muito fã das histórias globais, tampouco ignoro-as por completo. E adivinhem, sendo a novela mexicana ou brasileira, qual é o detalhe no qual mais reparo em qualquer história? O enredo é fundamental, sobretudo para uma devoradora de boa ficção como eu, porém, acertou quem disse figurino/cabelo/maquiagem.

E como uma garota detalhista e provida de uma poderosa memória fotográfica, não há roupa repetida que me passe despercebida! Um olhar, duas ou mais novelas e sei que aquela peça já esteve em outro lugar, com outra atriz. Não que eu veja algum problema nisso, muito pelo contrário. Outra coisa que já disse várias vezes aqui é que se amamos uma peça ou um acessório ele deve ser utilizado, desfrutado. E a Globo ou qualquer outra emissora fazem muito bem em reaproveitar figurino, principalmente se considerarmos que isso passa totalmente despercebido a maioria dos telespectadores. Mais que isso: o público de uma novela, não necessariamente assiste outras novelas. Quem se lembra dos exemplos abaixo?

O caso mais engraçado desses “reaproveitamentos” é de um recente episódio de “Gabriela”, no qual o mulherengo personagem de Marcelo Serrado, Tonico Bastos, foge do Bataclã disfarçado de mulher para escapar da esposa Olga usando um vestido que alguns anos antes foi usado por Jezebel, personagem de Elizabeth Savalla em “Chocolate com Pimenta”.

Caso notório de reaproveitamento é o que envolve a atriz mexicana Victoria Ruffo. No seu caso, as roupas não passaram de uma novela para outra, mas sim da personagem para a própria atriz. Como fã de Vicky desde 2005, quando assisti “La Madrastra”, já me perguntei inclusive se não se trataria de um caso em que a atriz emprestava suas próprias roupas às personagens, maaas, isso não muda muito, já que, em todo caso, é um reaproveitamento sim!

E vocês, reparam nesse tipo de detalhe? Contem-me!

Beijos e abraços,

Thaís Gualberto

@thais_gualberto

30 Weeks Song Challenge: Semana 03

Muuuito depois do que eu imaginava que voltaria ao blog, eis o desafio seguindo seu curso!

CHRISTINA AGUILERA – Hurt

“Hurt” sempre foi uma canção que me emociona muitíssimo. E desde que a ouvi pela primeira vez, há seis anos, quando comprei o tão nostálgico “Back to Basics”, senti tristeza, pela letra, pela melodia. E essa tristeza está belamente enfatizada no excelente videoclipe no qual a melancolia confronta-se com o habitualmente alegre, porém nostágilco, ambiente circense.

Conheciam a música? O que acham? Alguma música os entristece?

PS: Não deixem de comentar minhas unhas lá no Totalmente Exagerada, da Simone!!

xoxo

@thais_gualberto

“Desculpa Se Te Chamo de Amor” – Federico Moccia

Depois de taaaanto tempo sem postar (obrigada férias sem internet, obrigada aulas), aqui estou eu, um pouquinho atrasada com o nosso “Projeto 12” e ainda mais com essa sinopse, já que terminei este livro no comecinho de julho… Enfim, eis aqui!

Sobre o livro: Originalmente nomeado “Scusa Mai Ti Chiamo Amore”, o romance tem uma dinâmica de escrita que considero um tanto quanto distinta da qual em geral estamos acostumados a encontrar nos norte-americanos e britânicos, mas ainda assim envolvente à medida que avançamos as páginas. Risos, emoção, comoção, medo, surpresas; todos elementos bastante explorados por Moccia em sua musical e poética escrita em prosa. Sinopse aqui! Ah, existe ainda o filme baseado na história (poster aqui) e a sequencia desta, entitulada “Desculpa, Quero Me Casar Contigo”, que ainda não li e também tem um filme.

Pontos Positivos: A riqueza de detalhes nas descrições e a beleza das metáforas utilizadas por Federico Moccia, sobretudo nas cenas mais intensamente românticas, que embora muitas vezes explícitas, são muito mais eróticas que pornográficas. Além disso, agrada-me a sutiliza com a qual é abordado o amor entre pessoas de idades tão discrepantes, pois mesmo para quem não tem fé nesse tipo de amor, é impossível não torcer por Alessandro e Nikki. Destaque para o personagem Andrea Soldini, que se revela importante e interessante. Cabe lembrar também as excelentes citações musicais, pois são poucos os livros que fazem menções tão explicitas a cantores, discos, canções… Gosto muito desse recurso, que é quase como dar uma trilha sonora à história… E fiquei muito feliz quando foi citada “Gli Ostaccoli del Cuore”, da cantora Elisa, que eu já conhecia antes da leitura, e também quando mencionaram as canções de Laura Pausini, que eu amo.

Pontos Negativos: O excesso de personagens pouco explorados ao longo do romance, mas que possuem uma história própria, como Mauro e Paola, e que pouquíssimo tem a ver com a história. Isso confunde o leitor, tal como a introdução de pensamentos/falas dos personagens nos trechos do narrador sem qualquer alteração na formatação, como o uso do itálico, por exemplo. Também tenho a impressão de que a tradução não favoreceu o texto.

Nota: 8.5

E vocês? Já leram, pretendem ler ou não fazem a mínima questão?

xoxo

@thais_gualberto

30 Weeks Song Challenge: Semana 02

SEMANA 02: Uma canção que te faça feliz

Melanie C – On the Horizon

Acho que essa dispensa explicações, não? *-*

Beijos e abraços,

Thaís Gualberto

@thais_gualberto

Meme: Complete a frase!

Mais uma que vi no blog da querida Yule! Como ela disse que quem quisesse copiar podia copiar, então, aqui está! Adoraria ter feito fofinho como ela fez, mas está faltando tempo, então…

Sou muito…
Falante (até a garganta começar a doer)
Eu não suporto…
Hipocrisia (nada como quem cola e reclama de políticos que fraudam)
Eu nunca…
Me apaixonei (mas acredito no amor *-*)
Eu já…
Assisti uma temporada inteira de Sailor Moon em uma só tacada!
Quando criança, eu…
Queria ser atriz! xP
Neste exato momento, eu queria mesmo é…
Estar escrevendo meus livros (mas falta criatividade)
Eu morro de medo de…
Qualquer animal que voe!
Eu sempre…
Esqueço o que queria falar!
Se eu pudesse…
Compraria todos os CDs que tenho baixados
Fico feliz quando…
Tiro mais de 8 em qualquer matéria de Análise Macroeconômica e mais 9 nas demais xP
Se pudesse voltar no tempo, eu…
Teria falado menos de mim para algumas pessoas
Adoro assistir…
Novelas Mexicanas (sem dublagem, obviamente)
Quero aprender…
Francês!
Eu preciso…
Parar de divagar diante o computador!
Não gosto muito de…
Abobrinha! 😡
Bem, como ela, deixo livre para quem quiser fazer!
Beijos e abraços,
Thaís Gualberto
@thais_gualberto

30 Weeks Song Challenge: Semana 01

Eis uma coisa nova no blog! ^^ Há muuito tempo tento sem sucesso completar um daqueles desafios musicais de 30 dias do facebook. Quando lembro de postar, fico sem internet; quando tenho internet, esqueço de postar. Há algum tempo (deve ter quase um ano) vi no Oh Yeah! alguns posts nos quais a Yule transformava o desafio diário do facebook em um desafio semanal do blog. Eu simplesmente adorei! *-* Pedi autorização e a partir de hoje compartilharei com vocês o meu desafio! Como não encontrei o desafio em seu formato original, segue o “Another 30 Day Song Challenge”, cuja lista será devidamente publicada no blog.

SEMANA 01: A canção mais tocada no mp3

Juan Gabriel – Abrázame Muy Fuerte

Curiosamente ou não, essa música tanto é a mais tocada no meu mp3 como no meu iTunes do computador. Conheci-a por meio de uma das coisas que mais gosto: novelas mexicanas. A canção foi tema da novela também chamada Abrázame Muy Fuerte, produção da Televisa de 2001 protagonizada por Victoria Ruffo, Fernando Colunga, Aracely Arámbula e César Évora, como principal antagonista. Tudo bem que a Victoria é minha atriz favorita ever e o César é o meu ator favorito ever, mas minha história com essa novela começou bem antes deles serem meus favoritos e como a história é longa, eu a deixarei de lado em nome da música. O fato é que ano passado voltei a assistir e baixar novelas e a frequentar o Victoria Ruffo Web Foro, reaproximando-me assim de suas novelas…

AMF ainda não me havia cativado de todo, mas, por curiosidade e admiração pela atriz, acabei clicando para ver a abertura. E la estava a música… Divina, etérea, profunda, cativante, intensa. Na primeira nota, tive certeza de que era uma grande canção… E como boa canção que transborda sentimentos e emoção, certamente acompanhava uma grandiosa história, o que pude comprovar algum tempo depois.

E é essa intensidade toda que me faz ouvir repetidas vezes essa música. Nunca a pulo, quase sempre volto para o começo quando ela se aproxima do fim e sempre, sempre me comovo com suas palavras, com sua melodia. E sim, eu choro quando a escuto na TPM.

E vocês, já conheciam esta música?

Beijos e abraços,

Thaís Gualberto

@thais_gualberto

Da mesma cor!

Todas as vezes que por acaso saio usando batom no mesmo tom do esmalte (ou próximo), recebo duras críticas de minha mãe. “Querendo combinar? Meio cafona isso!” ou “Vai com unha e batom iguais? !Qué feo!”, por exemplo.

Linhas Fashion Sets

Não que eu me importe com esse tipo de crítica, mas enfim, nunca combinei intencionalmente batom e esmalte. Sou bastante clássica, só uso batons em tons vermelhos, rosas escuros e vinhos; nas unhas quase sempre estou de vermelhos, rosas, roxos (ocasionalmente azul metálico, como podem ver no Totalmente Exagerada, blog para o qual sempre envio fotos de minhas unhas), estar com boca e unhas no mesmo tom acaba sendo algo bastante provável. As unhas estão lá, feitas. O batom é apenas consequência do que estou vestindo. Não consigo usar roupa predominantemente vermelha com batom vinho ou rosa, acho que destoa. Tenho grande dificuldade em usar peças roxas com batom vermelho ou vinho avermelhado. Preto e azul marinho são as únicas cores que uso tranquilamente com qualquer cor de batom.

Maaaas, agora a situação parece ser diferente. Várias marcas têm investido em coleções de esmaltes nos mesmos tons que as coleções de batom, muitas vezes sendo os tons oferecidos perfeitamente idênticos. Mais que isso, a combinação de batom e esmalte no mesmo tom têm-se tornado bastante presente nos red carpets da vida e assim populariza-se e torna-se desejo de consumo da maioria de nós… (No final deste post, confiram 1 link para posts que comentam a tendência mais cientificamente, digamos).

E eu acho lindo! Enfim uma moda que me agrada! rs Back to basics, honey! But… Será que conseguirei aderir à tendência mesmo usando roupas em tons que não ornam assim tão bem? Bem, por hoje consegui passar o dia de batom vermelho (combinado de Royal Red 190 Maybelline e 36 Intense O Boticário) usando um blazer roxo rosado, mas infelizmente não consegui fotografar; senti-me vitoriosa! Ah, vale dizer que estou usando o “Boneca de Luxo”, da Impala.

E vocês, vão aderir a essa? Já usavam? Qual a sua combinação favorita de esmalte e batom?

Diva Diz – Moda: Esmaltes e Batons

Beijos e abraços,

Thaís Gualberto

@thais_gualberto