Arquivo da categoria: Música

The Voice Brasil e a cultura da negação do mérito

A virtude reside no saber posicionar-se, no fazer sua opinião valer, em reconhecer que é melhor em cada coisa independentemente do que possam outros dizerem. Atitudes como as dos quatro técnicos do The Voice Brasil só colaboram para enraizar essa primazia por igualitarismos injustifcados tão propagados e vociferados nas mais distintas esferas; só colaboram para esse posicionamento paternalista dos que não querem assumir responsabilidades tão disseminado nas distintas esferas. Beira o engraçado que um reality show musical possa levar a uma reflexão sobre princípios, mas é exatamente disso que se trata… Reconhecer méritos é importante para todos, para que cresçamos nas derrotas e para nos sentirmos incentivados a melhorarmos cada vez mais nas vitórias.”

Leia o texto completo em: The Voice Brasil e a cultura da negação do mérito.

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A arrogância/infantilidade de Lulu Santos

YES, I’M BACK.

E não poderia voltar com tema mais oportuno, que é um dos meus favoritos: música.

Além de ter dedicado os últimos meses à monografia, o pouco tempo livre de que dispunha foi dedicado majoritariamente ao meu novo vício: The Voice season 5. Assisti cada um dos episódios, me empolguei com inúmeras perfomances de altíssimo nível e torci muito por vários candidatos. Tessanne Chin (the winner! *-*) foi uma das que torci por desde o começo da competição. Foi a primeira vez que acompanhei um The Voice US. Ano passado eu acompanhei o The Voice BR e, embora deteste o estilo musical entoado por Ellen Oléria, coloquei-a no meu top 5 da edição  pois ela tem o principal: voz. Diga-se de passagem, com técnica e com um timbre agradável e poderoso. A primeira edição, excetuando-se o fato de Ludmillah “PAH” dos Anjos ter sido semifinalista em lugar de Mira Callado, foi muito boa a meu ver.

Eis que começou a segunda temporada do The Voice BR… #MYGOD Já nos primeiros programas tive vergonha alheia de muita coisa que vi… Até fiquei feliz por perceber que mais candidatos estavam cantando músicas internacionais e sendo aprovados (só me desagradou a péssima pronúncia de alguns em inglês, incluindo o queridinho de muitos, Pedro “Quebra Blindex” Lima – apelido dado pela minha mãe), embora alguns jurados tenham feito a questão de expor um antiamericanismo barato do tipo “quero uma voz que cante em português mimimi” (para mim é uma pobreza de espírito enorme achar que só porque se passa no Brasil tem de cantar em Português e em ritmos típicos do país. A boa voz independe do idioma. Cada um que cante no idioma que quiser, my God!), porém, como um todo, a seleção foi péssima. Tanto comparada com a primeira edição da versão brasileira, como e, principalmente, comparada com a 5ª temporada americana.

A competição avançou e parecia que queriam selecionar os piores. Vozes realmente privilegiadas de candidatos com boa técnica foram prematuramente descartadas, ao passo que muitos esganiçados sobressaíram-se por: 1. Pressão de técnico puxa-saco; 2. Coitadismo (?); 3. Vontade de pseudo-bater-de-frente com os americanos (?); 4. Rostinho bonito (?). Anyway. Como isso é um post sobre especificamente um dos técnicos, não me estenderei mais falando da temporada como um todo.

Nessa edição Lulu Santos deu várias mostras de arrogância/infantilidade. Obviamente que ontem tive o ápice da idiotice dele, mas vamos por partes. Nas audições às cegas, ele e Carlinhos Brown viraram-se para Lucy Alves, porém Lulu disse que queria vê-la cantando sem a sanfona, marca registrada da cantora, que também chegou à final. What the hell ele queria vê-la sem a sanfona? É muito mais difícil fazer uma boa apresentação com sanfona que sem sanfona e, embora, eu não goste do estilo musical dela, ela se saiu muito melhor em todas as etapas que o finalista do próprio Lulu, afinal a voz dela não morre quando tem de cantar em tom mais baixo e ela é afinada.

O segundo momento foi na fase das batalhas… Ele criticou dois participantes do grupo de Claudia Leitte por terem cantado um samba ou pagode (não me lembro ao certo) demonstrando grande habilidade vocal em estender notas e fazer melismas, que segundo o técnico seriam características do R&B americano que não eram bem-vindas em uma música chamada (se não me falha a memória) “Adeus, América”. Nesse caso Carlinhos Brown fez coro a Lulu, enquanto Luiza Possi (assistente de Daniel), María Gadú e Claudia Leitte defenderam (e muito bem) os participantes alegando que eles fizeram o melhor: imprimiram a própria marca à música. WTH, Lulu? Sério que só porque o R&B americano se utiliza mais desses artifícios que isso é uma exclusividade da música americana?

Eis o ápice: no episódio final, enquanto o Tiago Leifert parabenizava o Sam Alves pela vitória, Lulu Santos toma o microfone das mãos do apresentador e grita: “ELES LÁ NÃO SABEM NADA!”, ao que Claudia Leitte aplaude ao colega e dá uns tapinhas no braço dele como quem diz “É isso aí!”.

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Sem brincadeira, nunca tinha visto um episódio tão idiota, ridículo, jardim de infância como esse. Explicando: Sam Alves participou do Blind Auditions da quarta temporada do The Voice US, mas nenhum dos técnicos (Adam Levine, Blake Shelton, Shakira e Usher) virou-se para ele, o que não chega a me surpreender, pois lá a exigência quanto à técnica é infinitamente maior. Então o Sr. Lulu conclui, em enorme demonstração de arrogância e infantilidade, que se ninguém lá virou para ele, mas aqui ele foi campeão, então é porque eles lá não sabem o que é bom… Que pobreza, Lulu… Que pobreza de argumento… Passou pela cabeça do técnico brasileiro que 1. Os candidatos disponíveis lá eram mais competentes? Particularmente considero 19 candidatos do top 20 US season 5 infinitamente melhores que o vencedor daqui. Danielle Bradbery, vencedora da quarta temporada também é tecnicamente infinitamente melhor que o aqui vitorioso. 2. A concorrência lá é maior, visto que fazer sucesso nos EUA é uma porta para o sucesso no mundo? 3. Os técnicos lá argumentam muito melhor tanto quando selecionam um candidato como quando dispensam um candidato? 4. Perder em um programa e vencer em outro não significa absolutamente NADA?

Enfim.

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@thais_gualberto

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30 Weeks Song Challenge: Semana 03

Muuuito depois do que eu imaginava que voltaria ao blog, eis o desafio seguindo seu curso!

CHRISTINA AGUILERA – Hurt

“Hurt” sempre foi uma canção que me emociona muitíssimo. E desde que a ouvi pela primeira vez, há seis anos, quando comprei o tão nostálgico “Back to Basics”, senti tristeza, pela letra, pela melodia. E essa tristeza está belamente enfatizada no excelente videoclipe no qual a melancolia confronta-se com o habitualmente alegre, porém nostágilco, ambiente circense.

Conheciam a música? O que acham? Alguma música os entristece?

PS: Não deixem de comentar minhas unhas lá no Totalmente Exagerada, da Simone!!

xoxo

@thais_gualberto

30 Weeks Song Challenge: Semana 01

Eis uma coisa nova no blog! ^^ Há muuito tempo tento sem sucesso completar um daqueles desafios musicais de 30 dias do facebook. Quando lembro de postar, fico sem internet; quando tenho internet, esqueço de postar. Há algum tempo (deve ter quase um ano) vi no Oh Yeah! alguns posts nos quais a Yule transformava o desafio diário do facebook em um desafio semanal do blog. Eu simplesmente adorei! *-* Pedi autorização e a partir de hoje compartilharei com vocês o meu desafio! Como não encontrei o desafio em seu formato original, segue o “Another 30 Day Song Challenge”, cuja lista será devidamente publicada no blog.

SEMANA 01: A canção mais tocada no mp3

Juan Gabriel – Abrázame Muy Fuerte

Curiosamente ou não, essa música tanto é a mais tocada no meu mp3 como no meu iTunes do computador. Conheci-a por meio de uma das coisas que mais gosto: novelas mexicanas. A canção foi tema da novela também chamada Abrázame Muy Fuerte, produção da Televisa de 2001 protagonizada por Victoria Ruffo, Fernando Colunga, Aracely Arámbula e César Évora, como principal antagonista. Tudo bem que a Victoria é minha atriz favorita ever e o César é o meu ator favorito ever, mas minha história com essa novela começou bem antes deles serem meus favoritos e como a história é longa, eu a deixarei de lado em nome da música. O fato é que ano passado voltei a assistir e baixar novelas e a frequentar o Victoria Ruffo Web Foro, reaproximando-me assim de suas novelas…

AMF ainda não me havia cativado de todo, mas, por curiosidade e admiração pela atriz, acabei clicando para ver a abertura. E la estava a música… Divina, etérea, profunda, cativante, intensa. Na primeira nota, tive certeza de que era uma grande canção… E como boa canção que transborda sentimentos e emoção, certamente acompanhava uma grandiosa história, o que pude comprovar algum tempo depois.

E é essa intensidade toda que me faz ouvir repetidas vezes essa música. Nunca a pulo, quase sempre volto para o começo quando ela se aproxima do fim e sempre, sempre me comovo com suas palavras, com sua melodia. E sim, eu choro quando a escuto na TPM.

E vocês, já conheciam esta música?

Beijos e abraços,

Thaís Gualberto

@thais_gualberto

Song Pop: Um novo vício!

Depois de uma conturbada prova de Análise Macroeconômica V, o que haveria para se fazer melhor que o nada absoluto, também conhecido como ócio contemplativo? Bem, assim eu estava na última terça-feira, também conhecida como Dia dos Namorados. E na verdade eu não vinha apenas da prova da matéria que eu mais abomino na faculdade. Nas últimas três semanas foram testes, DELE, mais testes e agora as provas. Aliás, nem tive feriado… Afinal, quando não se é hábil em decorar páginas e mais páginas de derivações e demonstrações de modelos econômicos, o jeito é passar horas a fio lendo e relendo e lendo uma vez mais…

E foi assim que descobri o song pop. Bem, na verdade a minha melhor amiga, Vanessa, foi quem me falou sobre esse aplicativo – supostamente o melhor do facebook de todos os tempos – e também ouvi meus colegas conversando sobre ele enquanto aguardávamos pela prova de Análise Financeira I, na segunda-feira 11. E o vício foi imediato!

Para quem amaa música dos mais variados estilos e épocas e também aprecia essas distrações que nos oferece a internet, SongPop é indiscutivelmente perfeito. O único risco é empolgar-se demais, passar horas diante o pc e acabar deixando outras atividades de lado… Mas se o que precisa é relaxar, aproveite e teste seu conhecimento musical ou amplie seus horizontes!

Beijoos!

@thais_gualberto

TOP 11 – Latin!

Já faz um boom tempo sou muito ligada à cultura latina. Não por ser neta de espanhóis, mas sim por amor ao México, meu favorito entre os países hispanohablantes. E bem, com issosou autodidata de Espanhol e como pretendo fazer o DELE (Diploma de Español como Lengua Extranjera), aqui estou eu, outra vez rendida ao meu incurável vício, que é assistir novelas mexicanas (adoro, podem rir) e também às músicas em espanhol, as quais transmitem tanto sentimento e paixão… Por isso, hoje lhes trago aqui um top com as minhas 11 músicas favoritas em espanhol no momento… Ah, não estão por ordem de preferência!

!Ojalá les guste a ustedes!

Luis Miguel – Por Debajo de la Mesa

Talvez essa seja a mais surpreendente das músicas que cito, pois é a mais ‘tipicamente’ latina, assim digamos. Na verdade gosto muito de muitas músicas que são beem mais tipicamente latinas, mas elas não estão entre as minhas favoritas e que mais me inspiram, então, infelizmente, não as mostro aqui. Gosto especialmente desta por ser intensamente romântica e inegavelmente inspiradora para grandes momentos de intenso e verdadeiro amor. Destaque para o trecho Y es que no sabe lo que tú me haces sentir…

(in Romance, faixa 03, 1997)

 

 

 

Celine Dion – Amar Haciendo el Amor

Surpreendente também é citar a canadense Celine Dion nesse top. Uma música perfeita para a proposta das aulas de Português e Redação do começo do meu 2º ano do Ensino Médio, cujo tema central era ‘Erotismo não é vulgar, tampouco pornografia’. Essa música é uma prova disso. Metafórica, intensa e passional sem perder a compostura. Isso sem falar na maravilhosa voz de Celine, que canta muitíssimo bem em espanhol.

(in Let’s Talk About Love, faixa 07,1997)

 

 

Dulce María – Irremediablemente

Imagino que serei duramente criticada por esta citação, mas sim, sou fã de Dulce María, de RBD e como, confessa fã de novelas mexicanas, sou fã da primeira temporada de Rebelde. E Dulce María é uma excelente compositora! Comecei a conhecer as letras dela quando ainda existia o RBD e algumas das composições dela foram gravadas pelo grupo. Surpreendeu-me gratamente que eram as melhores faixas e não me assustou que tenha sido ela a que gravou o melhor álbum solo entre seus ex-companheiros de banda e novela. Amo muuitas das músicas do Extranjera, mas destaco esta por ter-me conquistado imediatamente.

(in Extranjera – Segunda Parte, faixa 02, 2011)

 

Jennifer Lopez – Como Ama Uma Mujer

Faixa título do único álbum inteiramente em espanhol de Jennifer Lopez, Como Ama Uma Mujer é uma das canções mais intensas que conheço. Seis minutos de fortes sentimentos e o essencial toque dramático também tão presente no visceral emocional latino. Até me deprime um pouco que, como tantas outras, J.Lo venha-se focando no vendável Dance/R&B, pois eu adoraria um novo disco em espanhol e emocional como esse. Melhor parte da música? Y he amado como ama una mujer, que ve en su hombre el paraíso. Si me entregué lo hice total y si fallé volví a empezar…

(in Como Ama Uma Mujer, faixa 03, 2007)

 

Maná – Labios Compartidos

Grupo mexicano conhecido por algo do tipo ‘latin rock’, Maná tem lindas letras e ritmos cativantes. Quem não se lembra de “Vivir sin Aire”, tema da novela “Mulheres Apaixonadas”? Não me lembro se essa que trago foi tema de alguma novela brasileira, mas sem dúvidas é maravilhosa. Ritmo complexo, cantada com intensidade, letra original apesar de falar do tão abordado amor. Te amo con toda mi fé sin medida, te amo aunque estés compartida…

(in Amar es Combatir, faixa 02, 2006)

 

RBD – Qué Hay Detrás

Se eu não citasse RBD, eu não seria eu, ainda que eu não seja uma fã fanática. Lembro-me perfeitamente da primeira vez que escutei a música, em março de 2006, presente no segundo álbum da banda, gravado ainda durante a novela e em 2005. Imediatamente tornou-se a minha favorita deles e por um simples motivo: encaixava-se perfeitamente ao primeiro volume da série que escrevo, apesar de meu livro não ser centrado em adolescentes. Foi uma das canções que mais escutei para escrever e por isso sempre terá um significado mais que especial para mim. O trecho específico? Puedo ver, desde aqui, mis recuerdos persiguiéndote. Puedo ver el perfil de mi sombra sobre la pared…[…] En medio de la soledad, sigo pensando en ti…

(in Nuestro Amor, faixa 10, 2005)

 

Shakira – Tú

Não cito a óbvia “Estoy Aquí”, mas sim outras das canções que me inspirou durante a primeira redação do volume I. “Tu” conquistou-me pela intensidade, pelos sentidos e significados. Uma verdadeira canção de amor que me toca profundamente cada vez que a escuto. Uma boa lembrança do tempo em Shakira assumia-se como latina em vez de adotar a atual imagem rebolativa e vendável que canta R&B e reggaeton. Porque eres tu mi sol, la fé com que vivo, la potencia de mi voz, los pies con que camino…

(in Greatest Hits, faixa 13, 2003)

 

Thalía – Olvídame

Foi muito difícil escolher apenas uma entre as músicas já gravadas por Thalía. Ainda que eu a abomine como atriz (não existe novela mexicana pior que María la del Barrio – simplesmente odeeeeeio), como cantora considero-a excelente. Desviou-se por pouco tempo da música latina e a ela retornou em seus últimos três álbuns. Escolhi essa por ter-me também servido como inspiração para o meu ‘OTP’, como diria minha amiga Vanessa, e por ter a tão falada por mim intensidade latina. Y no busques donde nada encontrarás y se escuchas voces solo son los ecos de tu soledad…

(in El Sexto Sentido, faixa 06, 2006)

 

Christina Aguilera – El Beso del Final

Do único álbum em espanhol gravado por Christina Aguilera, fico com esta por seu inegável e apaixonante ritmo latino, pela profundidade da letra, pela intensidade com a qual é cantada, passando de modo veemente toda a dor contida nas palavras que a compõem. Como as últimas, também me foi inspiradora, porém não para o casal protagonista. Aliás, adoraria que Christina voltasse a gravar em espanhol… *.* Yo te conozco y sé que algo no anda bien. Ven, díme la verdad… No quiero imaginar que fue el beso del final…

(in Mi Reflejo, faixa 03, 2000)

 

Ricky Martin – Tal Vez

Também foi muuuito difícil escolher apenas uma entre as belas músicas já gravadas pelo cantor porto-riquenho. Lembro-me de quando o clipe da canção estreou na MTV e no primeiro verso apaixonei-me. Uma típica canção em que o eu-lírico mostra-se arrependido por seus erros e desesperadamente clama por recuperar seu grande amor. Soa piegas, mas adoro e isso me inspira. Y yo por mi parte propongo intentarlo de nuevo, volver a empezar. Que por más que lo pienso no encuentro una sola razón para seguir sin tí…

(in Almas del Silencio, faixa 02, 2003)

 

Laura Pausini – Víveme

Conhecida no Brasil por suas canções em italiano (que eu adoro!), Laura Pausini é famosa entre os hispanoamericanos cantando em espanhol. Tanto é assim que a música que aqui menciono foi, em 2005, tema de uma das mais belas novelas mexicanas, a latinamente intensa “La Madrastra”. Foram 125 capítulos com uma das mais viscerais canções de amor que conheço embalando o belíssimo e maduro casal protagonista da trama. E mesmo que nao goste de novelas mexicanas, escute a música e atente na letra, pois é uma veemente declaração de amor, com a qual ainda me emociono cada vez que escuto si, entre mi realidad, hoy yo tengo algo más que jamás tuve ayer; necesistas vivirme un poco más… Víveme sin miedo ahora, que sea uma vida o sea una hora… Para quem prefere Laura em italiano, procure por “Vivimi”.

(in Escucha, faixa 02, 2004)

 

Alejandro Sanz – Desde Cuándo

Tema de Gabi e Pedro em Ti-ti-ti 2010, não descansei enquanto não tive essa música. Amor, intensidade (sei que já estão fartos da palavra, eu também), verdade. A primeira vez em que a escutei inteira chorei; se escutá-la atentamente, sei que tornarei a chorar. Muito, muito bonita; tocante, profunda e sem ser de dor de cotovelo… Te he buscado en un millón de auroras y ninguna me enamora como tu sabes y me he dado cuenta ahora…

(in Paraíso Express, faixa 02, 2009)

 

O que acharam? Conheciam-nas? Gostaram? Não deixem de comentar!

xoxo

@thais_gualberto

Top 6: California

Já faz um booom tempo que não falo de música aqui no blog… E o que me traz aqui hoje é que recentemente (apenas) percebi que muitas músicas, de alguma maneira, evocam um dos mais famosos e ensolarados estados norte-americanos: a California.

Originalmente pertencente ao México, o Estado da California foi incorporado ao EUA após uma guerra com aquele, na década de 1850. Localizado no litoral oeste (Pacífico), é o estado mais populoso do país, o terceiro em superfície e abriga ainda o maior centro industrial dos EUA.  É conhecido popularmente como Golden State, devido à corrida do ouro ou como referência ao clima quente e ensolarado.

06. Red Hot Chili Peppers – Dani California

Primeiro, eu realmente gosto da música. Segundo, o vídeo é muito engraçado! Ver Anthony Kiedis e cia. transformarem-se em vários dos grandes nomes do rock em ordem cronológica ( Elvis Presley, Beatles, Jimi Hendrix e os Cream,Black Sabbath,  Pink Floyd, Parliament-Funkadelic e Bootsy Collins, David Bowie, Sex Pistols, Misfits, Van Halen, Poison, Nirvana e o próprio RHCP) é divertidíssimo! Diz-se que a música é um plágio, mas o que importa aqui é ser boa e mencionar a California!

[espaço]

05. The Mamas & the Papas – California Dreaming

Maior sucesso do grupo de estrondoso sucesso no final dos anos 60, California Dreaming é um clássico e acredito que são poucos os que nunca a escutaram. Quem nunca se ouviu ou se pegou cantando:  “california dreaming on such a winter’s daaaaay…”. PS: A atual tour de Katy Perry chama-se “California Dreams”.

 

04. Kings of Leon – Waiting California

Essa é a música que conheço a menos tempo entre as presentes na lista. Até duas semana atrás tudo o que conhecia do Kings of Leon era “Use Somebody”, maaas uma amiga apresentou-me a outras, o que incluía a bela e viciante “California Waiting”.

 

03. Katy Perry – California Gurls [feat. Snoop Dogg]

O ritmo, produzido pelo famoso Dr. Luke (Lukasz Gottwald), é o mesmo do hit Tik-Tok, gravado por Ke$ha. As grandes diferenças residem na voz de Katy e na letra que esta entoa, muito mais fofa e digna que a da outra cantora. Ah, é impossível não se apaixonar por esse doce e fofíssimo clipe colorido e alegre e contagiante de Katy! Um de meus favoritos ever! A música foi escrita para ser um contraponto à ode a Nova-Yorko rapper Jay-Z feat. Alicia Keys, “Empire State of Mind”. Meu figurino favorito? O vestido colorido com meis rosa-bebê! ^^ *.* O sonho de consumo de qualquer açucólatra!

 

02. Eagles – Hotel California

Um clássico dos 70 em sua versão acústica dos anos 90. Quem nunca escutou o verso “Welcome to the Hotel Californiaaaaa…”, a eleita canção do ano em 1977,  na inconfundível voz de Don Felder? Adoooro a introdução dessa versão, gravada no MTV Unplugged da Banda, em 1994, se não me engano…

 

01. Rihanna – California King Bed

Única música realmente atual que menciono, California King Bed conquistou-me na primeira vez que escutei o álbum “Loud”, ainda no ano de seu lançamento, 2010. Para mim essa canção é de longe a melhor já gravada pela Rihanna, pois nessa ela mostrou toda sua competência vocal sobre uma bela letra e uma bela melodia. Além disso, acho belíssimo o clipe, de uma classe enorme… *.* Por outro lado, entristece-me que ele tenha sido substituído tão rápido como single por “Man Down”, já que CKB é muito superior. Bem, isso é um exemplo de que canções com bons sentimentos e qualidade talvez sejam preteridas pelo público… Enfim, eu amoo! É inspiradora

O que acharam? Acrescentariam alguma a minha lista?

xoxo

http://politicadesaltos.blogspot.com

@thaisdramaqueen

Air Supply Rio 2011

Todo mundo já ouviu Air Supply um dia. Pode não saber, mas já ouviu. Quem não conhece versos como “I never dream there’d  be someone to hold me/until you told me/and now that I found you/Even the nights are better/Now that we ‘re here together…” ou “But I don’t know how to live you, I will never let you fall/ and I never gonna make it like you do/making love out of nothing at all”? Difícil não conhecer! Eu mesma fui apresentada beeem cedo às canções românticas, bem escritas e de belas melodias. (Se não conhecem ainda, procurem um pouquinho no youtube, é óootimo!!)

 Eis que esse ano surgiu uma imperdível oportunidade (OK, confesso que quase desisti por causa da semana de provas que se aproximava – #nerdfeelings): Air Supply, no Vivo Rio, 02 de abril de 2011, platéia VIP por R$ 90.00 (meia-entrada). Momento OMG total…  Contei para minha amiga Vanessa, Pipoca e Brigadeiro, também fã da banda (ela que suuper insistiu para que eu fosse, e não me arrependo!) e lá fomos nós duas ouvir o que a maioria das pessoas classificaria como música de velho…

A noite começou com uma apresentação daquele que Cid Moreira chamava de “O Paladino Mascarado”, Mister M, agora sem máscara. Confesso-lhes que foi bastante sacal ter de vê-lo quando o que eu queria mesmo era ver os fofos do Air Supply. Essa introdução levou cerca de 10 minutos, as luzes apagaram e ainda nos escuro total, surge a inconfundível voz de Russell Hitchcock em um dos maiores e mais contagiantes sucessos da banda: “Even the Nights Are Better”.  Oooooh!

O show no Rio foi a última apresentação da turnê brasileira da banda e incluía velhos sucessos e músicas igualmente incríveis do álbum “Mumbo Jumbo”, lançado em 2010, e comemorava os 35 anos de banda e 30 milhões de álbuns vendidos. A maior parte do público era composta por casais de meia-idade, mas havia alguns mais jovens como eu e Vanessa e também uma colega nossa de Ensino Médio, que encontramos lá. Todos muito fãs, todos muuito empolgados. Apesar dos cabelos brancos e da considerável idade, Graham e Russell mostraram enorme competência e disposição durante todo o show, cantando realmente ao vivo e interagindo com o público, destacando-se nesse sentido a performance de “The One that You Love” quando os vocalistas desceram para a platéia e cumprimentaram o público.

No fim do show, aquela que acho a melhor canção gravada por eles: “Making Love out of Nothing at All”. Para o bis, foi uma felicíssima surpresa terem cantado “Goodbye”, que também está entre minhas favoritas. Em suma, foi um show lindo, de muuita emoção e para de fato ficar na memória. Seguem imagens do dia (clicar para ampliar – eu de batom vermelho e saia, é claaro!) e links para vídeos do show!

 “Even the Nights Are Better”

“Making Love out of Nothing at All”.

Ah, como não podia não comentar, aí vai a setlist (*=favoritas).

Even the Nights Are Better* / Just as I Am / Here I Am (Just When I Thought I Was Over You) / Chances / Faith in Love* / Power of Love* (conhecem a versão da Celine Dion?) / A Little Bit More / The One That You Love / Lost in Love* / Sanctuary / Dance with Me* / Every Woman / Making Love Out Of Nothing At All* Bis: Me Like You / Goodbye* / All Out of Love*

Como em todo show, faltaram músicas que eu amo, como “Sweet Dreams”, “Unchained Melody” , “Someone Who Believes in You” e “Lonely is the Night”. Muuitos pediram “I Can Wait Forever”, ´também óotima, mas foi inútil. Ainda assim, foi maravilhooso o momento e terei sempre boas recordações.

Fontes:

F(r)ases da Vida (vídeos do show)

Almanaque Virtual

E vocês, já conheciam a banda? Gostam? Conheceram agora? O que acharam? Comentem!

Ah, em breve haverá novidades no blog!

XOXO

Britney Spears – Hold It Against Me

No dia 11 de Janeiro de 2011, Britney Spears lançou seu novo single, a dançante “Hold It Against Me”, que fará parte de seu sétimo álbum de inéditas, previsto para março deste ano.


Com uma intensa e marcante batida, a canção se aproxima de outras como “The Time (The Dirty Bit)” do Black Eyed Peas e também de algumas das faixas do mais recente álbum de Christina Aguilera, o “Bionic”. Inevitavelmente, veio o sucesso.

Eu, particularmente, no entanto, não coloco esta entre minhas favoritas de Britney. Sou fã da cantora, mas não sou fã de músicas que tenham batida em lugar de melodia. Gostei muito do refrão, é bem mais melodioso que as demais partes da música e, inclusive, em termos de ritmo, lembra-me muito “Unusual You”, faixa 06 do “Circus” (2008), o anterior CD de inéditas de Britney.  OK, admito, gostei muito do refrão. É viciante!

A propósito, Britney parece-me mestre em aproveitar melodias de canções anteriores que não tiveram destaque para posteriores singles. “Womanizer”, carro-chefe de “Circus”, embora muitos não percebam, tem muito em comum com “Ooh Ooh Baby”, uma das melhores canções do icônico “Blackout” (2007). A diferença entre elas é que a mais antiga tem toques latinos em sua batida.

Tornando ao refrão da nova música, sinto algo anos 80 nele e acho que foi isso o que me fez gostar tanto dele. Aliás, essa também é uma das tendências que observo em alguns dos mais recentes hits. “The Time” contém um sample de “I’ve Had the Time of My Life”, trilha do filme “Dirty Dancing” e “Meet Me Halfway” do anterior album do grupo é inegavelmente 80’ inspired. O álbum “All I Ever Wanted” (2009), Kelly Clarkson, também me soa super 80’ em algumas faixas, sobretudo em “My Life Would Suck Without You”. Cito ainda o excelente “Teenage Dream” de Katy Perry como outro grande inspirado nos anos perdidos.

Assim, recomendo que baixem a “Hold It Against Me”/comprem o CD, principalmente aqueles que gooostam de uma batida beeeeem dance. Eu continuarei esperançosa e ansiosa por que Britney também tenha incluído algumas boas baladas em seu novo disco.

A seguir, 3 breves comparações…

 

Comparando:

1st single de cada álbum (do melhor para o menos interessante)

Someday (I Will Understand) > Baby One More Time > Womanizer > Me Against the Music > Hold It Against Me > My Prerogative > Gimme More > 3 > I’m a Slave 4U > Oops! I Did It Again.

Britney’s Dance Music:

01.  Heaven on Earth (Blackout – 2007)

02.  Shattered Glasses (Circus -2008)

03.  Ooh Ooh Baby (Blackout – 2007)

04. Hold It Against Me (? – 2011)

05.  Breathe on Me (In The Zone – 2003)

 

Depois delas, o que acham do novo de Britney?

 

 

 


Um dia importante…

22 de dezembro de 2005. 15:28. Eu tinha 13 anos, 11 meses e 28 dias. 

Eu tinha tido algumas ideias, porém nada além de rascunhos feitos à mão e uma lista de personagens na qual descrevia-os física e psicologicamente, criava laços de sangue e amizade (ou ódio).

Naquela tarde, entretanto, ao me sentar diante o computador, não continuei trabalhando a lista. Criei um novo documento do Word e comecei meu texto. Escrevi apenas uma página, mas era um começo. Depois daquela muitas viriam, depois daquela, muitas eu apagaria.

Posso já não lembrar que palavras iniciavam o volume I da série que planejo, pois reescrevi váaaarias vezes os três primeiros capítulos, contudo foi um importantíssimo começo. Foi a partir dali que as personagens começaram a ganhar vida; trilhas sonoras surgiram para cada situação, para cada personagem. Comecei então a transmitir meus valores, minha visão do mundo; criei um alter-ego (ou seriam vários?), ganhei uma diva (diva da ficção criada por mim mesma, como gosto de dizer…), tomei contato com outras culturas (viva a diversidade cultural).

Terminei o primeiro volume no dia 28.10.2007, iniciando o segundo exatamente uma semana depois. A essa altura já devem perguntar-se porque não publiquei ainda ou se pretendo publicar e a resposta é: quero muito publicar, mas antes estou relendo o volume I, pois era muuito nova quando comecei e mudei de ideia quanto a algumas coisas.

Ainda assim, posso dizer que há 5 anos (e um dia) eu descobria um novo mundo, um novo prazer. Espero jamais abandoná-los…

Quando o projeto evoluir e tornar-se mais real que para a minha pessoa, compartilharei aqui no blog!

Um Natal de muitas alegrias e união para todos que leem o blog!

Beijos e abraços,

Thaís