Arquivo da categoria: Comportamento

Novo blog!

Não sei se um dia voltarei a atualizar este blog, porém, atualmente, pretendo postar apenas no thaisgualbertog.wordpress.com. Visitem-me e comentem lá!

Thaís Gualberto.

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Expectativas Frustradas

“Quando há cerca de 4 meses o cantor Juan Gabriel anunciou um disco de duetos e a possibilidade de Christina Aguilera gravar uma das faixas com ele, imediatamente desejei que ela o acompanhasse em uma grandiosa performance da épica “Abrázame Muy Fuerte”… Bem, não sei se Xtina gravará ou não um dueto com o cantor, mas o fato é que fiquei animada e até mesmo comovida ao ler há poucos minutos que sim haveria um dueto para “Abrázame Muy Fuerte” e mais ainda porque o dueto seria com a Laura Pausini, de quem sou enormemente fã.”

Leio o texto completo em Expectativas Frustradas.

The Voice Brasil e a cultura da negação do mérito

A virtude reside no saber posicionar-se, no fazer sua opinião valer, em reconhecer que é melhor em cada coisa independentemente do que possam outros dizerem. Atitudes como as dos quatro técnicos do The Voice Brasil só colaboram para enraizar essa primazia por igualitarismos injustifcados tão propagados e vociferados nas mais distintas esferas; só colaboram para esse posicionamento paternalista dos que não querem assumir responsabilidades tão disseminado nas distintas esferas. Beira o engraçado que um reality show musical possa levar a uma reflexão sobre princípios, mas é exatamente disso que se trata… Reconhecer méritos é importante para todos, para que cresçamos nas derrotas e para nos sentirmos incentivados a melhorarmos cada vez mais nas vitórias.”

Leia o texto completo em: The Voice Brasil e a cultura da negação do mérito.

Em Defesa de um Cabelo – Parte I

Indo direto ao cerne da questão: o que um novelista pretende, dadas as tendências sensacionalistas das telenovelas brasileiras (aka globais), ao convidar uma jovem de longos e divinos cabelos naturalmente ruivos para dar vida a uma personagem que terá câncer? Estarrecer é a única palavra que me vem à mente.

Há algumas semanas, um dos debates mais fervorosos da mídia era se a atriz Marina Ruy Barbosa, de 18 anos, iria ou não se desfazer de seu lindo cabelo em nome de sua personagem em “Amor à Vida”. Eu, que adorava a novela até o capítulo 10, ainda traumatizada com a cena dantesca de “Laços de Família”, parei de assistir. Não tenho estômago para essas palhaçadas. E explico porque chamo de palhaçada: Na vida real, quantas são as mulheres com câncer que se expõe sem cabelo com cabeça descoberta? A maioria das que não fica tão debilitada provavelmente usará perucas ou lenços, a depender de possibilidades e preferências. Logo, o mais realista seria se fizessem o mesmo que foi feito em “Ti Ti Ti” (2010) com a personagem da atriz Giulia Gam. Em tratamento contra câncer de mama, passou parte da novela aparecendo de lenço.

Felizmente, o autor, supostamente devido aos apelos do público, desistiu da ideia. Ainda assim, são muitas as perguntas que passeiam por essa minha mente inquieta. Por que nunca o personagem com câncer é do estereótipo homem-gordo-meia-idade-meio-calvo? Por que essa necessidade de SEMPRE apelar para jovens do sexo feminino nesses papéis (lembremos que na vida real feios  bonitos são acometidos por doenças)? Por que sempe querer mostrar o corte de cabelo? O que faz com que isso seja medida de competência desta ou daquela atriz?

Enfim, tenho muuito a escrever a fim de demonstrar minhas ideias quanto a tudo isso, de modo que aqui se inicia uma série de posts. Nesta, continuarei a argumetar, SEMPRE, em defesados cabelos…

xoxo

Thaís Gualberto

PS: Não deixem de comentar minhas unhas no “Totalmente Exagerada” da minha querida Simone!

Barbie: The Dreamhouse Experience – Ame ou Odeie, mas respeite!

Uma das coisas que definitivamente mais marcou a minha infância foi brincar de boneca. Como grande parte da geração 90, minhas favoritas sempre foram as Barbies. Podia passar horas e mais horas por dia enfeitando seus cabelos, criando histórias, mudando as roupas e até mesmo fazendo as roupas (sempre aproveitei cada retalho que aparecia para aumentar o acervo das minhas bonecas). A propósito, aos 21 anos, ainda amo Barbies, principalmente as de cabelo escuro, só não as compro mais ou brinco com as que tenho… :p

Recentemente, precisamente em 16/05, foi inaugurada a primeira casa da Barbie em tamanho real na Europa (já existia uma na Florida), The Dreamhouse Experience, a qual oferece as mais diversas formas de entretenimento para garotas, como brincar com Barbies, videos, cuidar dos “animais” de estimação da Barbie, exposições de Barbies, closet “sem fim” etc… Um mundo de muuuuuuuuuuuita diversão para a maioria das meninas e até mesmo para mim, que já passei umn pouco da idade… rs (exceto pelo excesso de rosa, que faz minhas vistas arderem um pouco, embora eu ame rosa). E sim, adoraria estar aí e espero que no dia que eu tiver filhas ainda existam casas da Barbie como essa para visitar! *-*

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Filha empolgada, mãe nem tanto… rs

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Como eu ia amar isso… *-*

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Mais um momento que eu invejo… *-*

Como tudo não é só alegria, obviamente houve quem quisesse acabar com a inauguração. Respeito com todas as forças da minha alma qualquer mulher ou criança do sexo feminino que não goste da Barbie, mesmo que odeie a Barbie – temos o direito de divergir e é maravilhoso que não pensemos igual. Dentro do que considero racional, entretanto, não cabe um grupo de mulheres enlouquecidas e semi nuas ateando fogo em uma Barbie presa a um crucifixo no local onde está instalada a Casa da Barbie. Tudo bem que considerem a Barbie machista (recuso-me a usar o termo cunhado pela militância, até porque sou feminina, não feminista, logo, na visão destas, sou machista), tudo bem que tenham ogeriza ao encanto que tais bonecas provocam em milhões de garotinhas, porém isso não dá o direito a nenhuma dessa criaturas de acabar com a festa de outros. Querida, você odeia a Barbie, mas há quem goste, portanto, respeite em vez de tumultuar! Vocês acusam a sociedade de impor um padrão, mas vocês também o fazem ao querer impor que todos compartilhem do seu pensamento! Vocês são muito mais intolerantes do que quem vocês acusam de sê-lo.

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what the hell??? –‘

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Uma coisa posso dizer por experiência própria: brinquei de Barbie mais do que com qualquer outra coisa, sobretudo as loiras e não quis ser loira ainda, não tenho silicone, não tenho plástica nenhuma, não sou alienada, sou feminina sim, sou vaidosa sim e o que a Barbie tem a ver com isso? NADA! O dito “padrão irreal de beleza imposto pela sociedade” não é imposto pela sociedade ou por uma boneca, mas sim pelos próprios indivíduos, que na média são ávidos por se sentirem parte de um grupo independentemente do que tenham de se prestar a fazer para ser parte dele… E isso depende de cada um, pois temos livre arbítrio e, na maior parte do mundo ocidental, ao menos por enquanto, liberdade de expressão…

Minha mãe diria que é “falta de tanque“… hahahahaha Eu já diria que é simples falta do que fazer e necessidade de aparecer… Enfim…

Viva a Barbie!!! Viva a casa da Barbie!! *——————–*

Beijos e até a próxima!

Thaís Gualberto

Fontes consultadas:

Portal Terra, Portal G1, Correio Braziliense

30 Weeks Song Challenge: Semana 03

Muuuito depois do que eu imaginava que voltaria ao blog, eis o desafio seguindo seu curso!

CHRISTINA AGUILERA – Hurt

“Hurt” sempre foi uma canção que me emociona muitíssimo. E desde que a ouvi pela primeira vez, há seis anos, quando comprei o tão nostálgico “Back to Basics”, senti tristeza, pela letra, pela melodia. E essa tristeza está belamente enfatizada no excelente videoclipe no qual a melancolia confronta-se com o habitualmente alegre, porém nostágilco, ambiente circense.

Conheciam a música? O que acham? Alguma música os entristece?

PS: Não deixem de comentar minhas unhas lá no Totalmente Exagerada, da Simone!!

xoxo

@thais_gualberto

30 Weeks Song Challenge: Semana 02

SEMANA 02: Uma canção que te faça feliz

Melanie C – On the Horizon

Acho que essa dispensa explicações, não? *-*

Beijos e abraços,

Thaís Gualberto

@thais_gualberto

Meme: Complete a frase!

Mais uma que vi no blog da querida Yule! Como ela disse que quem quisesse copiar podia copiar, então, aqui está! Adoraria ter feito fofinho como ela fez, mas está faltando tempo, então…

Sou muito…
Falante (até a garganta começar a doer)
Eu não suporto…
Hipocrisia (nada como quem cola e reclama de políticos que fraudam)
Eu nunca…
Me apaixonei (mas acredito no amor *-*)
Eu já…
Assisti uma temporada inteira de Sailor Moon em uma só tacada!
Quando criança, eu…
Queria ser atriz! xP
Neste exato momento, eu queria mesmo é…
Estar escrevendo meus livros (mas falta criatividade)
Eu morro de medo de…
Qualquer animal que voe!
Eu sempre…
Esqueço o que queria falar!
Se eu pudesse…
Compraria todos os CDs que tenho baixados
Fico feliz quando…
Tiro mais de 8 em qualquer matéria de Análise Macroeconômica e mais 9 nas demais xP
Se pudesse voltar no tempo, eu…
Teria falado menos de mim para algumas pessoas
Adoro assistir…
Novelas Mexicanas (sem dublagem, obviamente)
Quero aprender…
Francês!
Eu preciso…
Parar de divagar diante o computador!
Não gosto muito de…
Abobrinha! 😡
Bem, como ela, deixo livre para quem quiser fazer!
Beijos e abraços,
Thaís Gualberto
@thais_gualberto

Nicholas Sparks – “A Última Música”

Sei que estou atrasada com o post, mas sem internet em casa e com a semana de provas aproximando-se, foi preciso adiar um pouquinho mais um post do Projeto 12. Para encerrar março (embora já estejamos em abril), o best seller “A última música”, de Nicholas Sparks.

Editora: Novo Conceito

Preço: Comprei na promoção, por R$ 16.90 na Livraria Saraiva.

Período de Leitura: Primeira semana de março

Biografia do Autor: Nicholas Sparks – The Official Website

Sinopse

“Mais uma vez Nicholas Sparks nos mostra porque é considerado o mestre do romance moderno e porque seus livros são adorados por leitores de todo o mundo. Seguindo a tradição de seus mais belos romances, ele agora nos apresenta uma comovente história sobre família, amizade, amor, amadurecimento e especialmente sobre como perdoar e recomeçar. Aos dezessete anos, Verônica Miller, ou simplesmente Ronnie, vê sua vida virar de cabeça para baixo, quando seus pais se divorciam e seu pai decide ir para a praia de Wrightsville, na Carolina do Norte. Três anos depois, ela continua magoada e distante dos pais. Entretanto, sua mãe decide que seria melhor os filhos passarem as férias de verão com o pai na Carolina do Norte. O pai de Ronnie, ex-pianista, vive tranquilamente na cidade costeira, absorto na criação de uma obra de arte que será a peça central da igreja local. Ressentida e revoltada, Ronnie rejeita toda e qualquer tentativa de aproximação do pai e ameaça voltar para Nova York antes do verão acabar. É quando Ronnie conhece Will, o garoto mais popular da cidade, e conforme vai baixando a guarda, começa a apaixonar-se profundamente por ele, abrindo-se para uma nova experiência que lhe proporcionará uma imensa felicidade e dor jamais sentida.  Uma história inesquecível de amor, carinho e compreensão. O primeiro amor, o amadurecimento, a relação entre pais e filhos, o recomeço e o perdão – A Última Música demonstra, como só Nicholas Sparks consegue, as várias maneiras que o amor é capaz de partir e curar seu coração.  “

Ponto forte: Este foi o primeiro livro que li do autor e confesso que adorei. Gosto de me emocionar e Nicholas Sparks sabe muitíssimo bem como fazê-lo. Descrições, sentimentos, lágrimas, reflexões, família, amor, verdade. “A Última Música” é um excelente livro para quem não teme verter lágrimas diante a ficção, para quem se emociona fácil e sinceramente diante textos cativantes e verossímeis. Além disso, a narrativa é bem estruturada e os personagens muitíssimo bem construídos, com matizes reais, sem exageros. E é linda a história de amor entre Ronnie e Will, gosto muito da maneira como se descobriram, como tudo come~çou por inquietação e admiração…

Ponto fraco: Os personagens piromaníacos me davam náuseas. A narrativa de Sparks é tão realista que o bando de Marcus realmente apavora, como se fosse capaz de deixar as páginas para lhe atacar a qualquer momento. #SPOILER: Odiei como foi descrito o acidente de Blaze com o fogo, deu-me pânico, imaginei que ela tivesse queimado 100% do corpo e isso realmente chocou-me. Envolve-me demais com os livros que leio, com o que escrevo, com as novelas que vejo.

Nota: 9.5

E vocês, já leram “A Última Música”? O que acharam? Recomendam, como eu?

Beijos,

@thais_gualberto

Alter-ego

Por um bom tempo fui muito mais um alter-ego que eu mesma. Não, isso não é patológico, afinal é natural quem escreve projetar-se em seus textos, criar um personagem que é como você, porém com algo mais, de forma que esse outro você é como você de fato gostaria de ser.

Dos 13 aos 17 anos, pelo menos, eu fui muito mais Mariana Arriaga que Thaís Gualberto. OK, eu queria ser Mariana Arriaga e me assumia como tal em redes sociais como fóruns de cantores e novelas, como o orkut. No lugar de minha foto, alguma personagem fofa criada em algum site do tipo i-dressup, ainda que Mariana Arriaga seja fisicamente tal como eu.

Há muitas outras coisas em que somos iguais, mais que uma mera projeção de devaneios. Mariana é estudante de Economia, romântica, sonhadora, apegada a família, conservadora e defensora dos princípios da moral e dos bons costumes, inteligente, melhor aluna, apaixonada pela formalidade , só veste saias e vestidos (sempre!) e tem uma melhor amiga maravilhosa (bem, isso eu não tinha quando comecei a escrever, mas desejava e felizmente hoje tenho uma!).

Na maioria, entretanto, somos diferentes. Mariana não foi criada pela mãe, apenas pelo pai, seu maravilhoso e incondicional pai. Eu vivo com meus pais, ambos maravilhosos, porém muito, muito mais apegada à minha mãe. A projeção disso é a relação de pai e filha, queria ter mais diálogo com o meu, que às vezes é impaciente, mais afeito a futebol e pescaria que a escutar meus assuntos. Eduardo, ao contrário, está sempre disposto a escutar a filha mais nova. E aí vem mais uma diferença: eu sou filha única; Mariana, a mais nova de quatro – dois irmãos e uma irmã. Foi assim que eu descobri que gostaria de ter irmãos, queria ter alguém com quem compartilhar segredos que só o sangue nos permite compartilhar.

E apesar de seus 17 anos no começo da história, Mariana tem um amor, verdadeiro e incondicional, sentimento este que ainda não tive a felicidade de conhecer, mas anseio e que seja por toda a vida, um namorado que acima de tudo a ama e respeita-a. Como sonho com isso! E Mariana é querida, admirada… Não sei se o sou, mas quem não gosta de ter reconhecidos seus méritos? Mariana é mais alta que eu, 1.70m X 1.64m da pessoa que vos escreve. Mariana tem uma posição social bastante superior a minha, pertence à elite, tem um closet invejável, Nova York e Paris são como o quintal de casa. Eu nunca saí do país (não vejo isso como demérito, de forma nenhuma). Mariana não tem frizz no cabelo. Todos acham Mariana linda; linda e inteligente, por mais paradoxal que isso possa parecer para os tolos. Todos adoram o estilo formal e comportado, porém jovem de Mariana. Mariana é mexicana.

Então me descobri. Percebi o quanto realmente havia de Mariana em mim. Muito. E minhas amigas concordam… Eu não sou como Mariana, mas sim Mariana é como eu. Eu sonho, Mariana realiza, o que ainda não é possível, porém persiste como meta. Assumi-me como eu mesma, passei a usar meu próprio nome, minha própria foto nas redes sociais. Anseio por ser como Mariana, meu eu realizado, no entanto é como Thaís Gualberto que quero ser conhecida, a verdadeira, não um mero e querido alter-ego.

Se um dia lerem o que agora escrevo, conhecerão um pouco mais do como penso, por meio de Mariana Arriaga.

xoxo

@thais_gualberto