Arquivo da categoria: Around the World

Sampa vs Buenos

Olá! 🙂

Como sempre em época de provas, desapareci…

Comparações e rivalidades históricas não faltam entre Brasil e Argentina. Das disputas territoriais nos períodos Colonial e Imperial (Província Cisplatina – atual Uruguai, Guerra do Paraguai, etc) às disputas futebolísticas (as quais não faço a mínima questão de entender rs) são muitas as analogias entre nós e los hermanos.

As comparações que lhes trago, podem ser um tanto quanto inusitadas, mas decerto são interessantes. Especificamente, dão-se entre São Paulo e Buenos Aires…

Acho que ficaram faltando os momentos Pelé x Maradona e Dilma x Cristina. E vocês?

Referências

Revista Criativa:

Beijooos!

Thaís

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Arte na Areia

Eis que em meus aleatórios cliques pela internet deparei-me com uma interessante e pouco valorizada arte: a arte na areia.

Não me refiro às estátuas e castelos que tantos fazem e que já nos acostumamos a ver frequentemente em muitas praias brasileiras, como na praia de Icaraí, em Niterói, ou como as feitas por Tonho da Lua, personagem do ator Marcos Frota, na recém-reprisada novela “Mulheres de Areia”. O que vi foi algo mais simples, que todos nós já fizemos, porém surpreendente e magnifico quando feito em gigantescas proporções; falo de desenhos na areia.

O responsável pela majestosa arte? Andres Amador, que começou desenhando círculos e trinângulos para explicar geometria a amigos e logo percebeu que podia fazer desenhos maiores perto de onde vivia.

Seguem algumas divinas e efêmeras criações, eternas apenas em fotografias:

Por fim, minha favorita… Não é romântica e perfeitamente lindo? I do I do I do I do…¯¯

Para quem quiser saber mais: Andres Amador Arts

Já tinham visto algo parecido? O que acharam?

Beijos e abraços,

@thais_gualberto

PS: Tem postagem sobre mim em blog amigo!! A Simone do Totalmente Exagerada publicou minhas unhas na seção “Unhas da Leitora”. Vale dizer que siiim, são de verdade!!!!

Quinze Anos coletivo

Tal como no Brasil, a chegada do 15º ano é aguardada com fervor, pelas jovens, no México. Muito mais intensamente que aqui, na nação hispânica a festa de 15 anos (Quinceañera) é uma tradição importantíssima, sendo esta uma das celebrações mais importantes do país (ainda que individualmente).

Para os mexicanos (acredito que aqui no Brasil esses valores quanto a “debutar” são beeem menos nítidos), a  comemoração, que representa um rito de passagem da infância para a vida adulta e apresentação da jovem à sociedade como apta ao matrimônio, é também uma demonstração da honra da família e padrinhos da debutante e tem origem em ritos de passagem maias e astecas e também em bailes da elite colonial (chapetones y criollos), inspirados em bailes europeus (sobretudo franceses e austríacos).

Tamanha a relevância da celebração, o Instituto de la Juventud de Districto Federal promove, anualmente, um baile comunitário de debutantes. Este ano a festa aconteceu no dia 30 de abril (não consegui informações que indiquem ou contradigam que esta é uma data fixa), na Cidade do México. 407 debutantes pouco abastadas participaram do eventos, realizando aquele que certamente representava um de seus maiores sonhos, sendo elas, inclusive, apadrinhadas por funcionário do governo do DF. 

Independentemente de intenções políticas em promover o evento e de como o dinheiro nisso investido poderia ter sido investido em áreas como educação e/ou saúde, acho muuito válida a atitude. É bonito ver garotas com poucas oportunidades realizarem um sonho que entre seu povo tem enorme importância, principalmente se considerarmos que mesmo as família mais pobres esforçam-se homericamente (incluindo ajuda da vizinhança) para proporcionarem um “dia de princesa” (aqui isso soa meio esquisito, não?) às filhas. Ainda que não pareça, esse é um ato de inclusão.

Para quem entende espanhol, aqui o depoimento de uma jovem participante do projeto este ano.

Fontes:

Learn NC

El Universal DF 

Instituto de la Juventud de Districto Federal

xoxo

http://politicadesaltos.blogspot.com

@thaisdramaqueen

Chega de cantadas!

Contém trechos de “Mulheres se organizam para combater cantadas de rua”

Que mulher nunca escutou um indecoroso “fiu-fiu” ou um malicioso bom dia vindo de algum desconhecido? Inegavelmente, é chato. Muitas vezes, constrangedor, mesmo que não sejamos tocadas. O simples fato de um estranho olhar-nos com cobiça é aviltante.

Contra esses atos, mulheres em diferentes partes do mundo estão-se reunindo. Uma das iniciativas partiu da britânica Vicky Simister, que fundou o Anti-Street Harassment UK depois de ter sido perseguida nas ruas de Londres por um grupo de homens que se insinuou sexualmente para ela. “As mulheres são aconselhadas a ignorar (as insinuações), e não costumamos falar a respeito. Em consequência, esses homens continuam a fazer isso e a cada vez mais passar dos limites”, disse Simister à repórter Brigitt Hauck, da BBC News.

Já o grupo internacional Hollaback! está estimulando as vítimas das cantadas indesejadas em todo o mundo a relatar suas histórias online e identificar os locais onde elas ocorreram. Algumas até postam fotos dos homens “inconvenientes”. As ativistas alegam que é difícil distinguir quais homens se limitarão aos assobios dos que de fato podem ir além das cantadas e evoluir para a violência sexual. “Isso deriva de uma cultura de gênero baseada na violência”, alega Emily May, a fundadora do Hollaback!. “Para mudá-la, é preciso que as pessoas reajam e digam que o assédio nas ruas não é legal, porque a maioria das pessoas não quer que ele ocorra.”

Para a socióloga Kathrin Zippel, entretanto, professora associada da Universidade Northeastern (EUA) e pesquisadora do tema, as cantadas nas ruas são vistas, em geral, como um comportamento natural dos homens. Estes, por sua vez, usam as cantadas para atestar sua masculinidade e se “provar” perante seus amigos. “Muitas vezes isso não diz respeito às mulheres, e sim a uma dinâmica entre homens”, ela afirma.

Alguns países promoveram iniciativas para tentar combater as insinuações inconvenientes, como Índia, Japão e México, que destacaram vagões de metrô para serem ocupados apenas por mulheres. Críticos, porém, dizem que a medida tem efeitos temporários e insuficientes, pois isso acentuaria as diferenças, de forma que vagões mistos teriam menos mulheres e as que ali estivessem ficariam mais vulneráveis ao assédio.

Holly Kearl, fundadora do site Stop street harassment, acredita que é indispensável a adesão dos homens que também se opõem às cantadas nas ruas. “Precisamos da adesão dos homens. Na nossa sociedade é muito fácil que as mulheres sejam vistas como objetos, então é importante que eles se lembrem de que cada mulher assediada é mãe, irmã ou filha de algum deles, é alguém que merece respeito”, diz Kearl.

Eu apoio movimentos como esse e acho indispensável que haja punições para os homens que assim agem, pois é muito desagradável caminhar e ser abordada apenas por que demonstramos vaidade. Usar batom, salto alto, saias, vestidos não é sinônimo de vulgaridade, muito menos de prostituição, logo é completamente descabido que um homem qualquer sinta-se no direito de dirigir palavras de baixo nível para nós. Enfim, o que não podemos é deixarmos de ser mulheres por causa de tipos como esses.

O que pensam sobre o assunto?

xoxo

http://politicadesaltos.blogspot.com

@thaisdramaqueen

Tudo o que uma princesa NÃO pode fazer

Basta conhecer um pouco de história mundial ou a fama atribuída aos ingleses para saber que os costumes da realeza britânica são extremamente rígidos. Como plebeia, a futura princesa Kate Middleton terá de se adaptar a algumas normas nada convencionais. Eu diria bizarras, mas devem, ao menos para a Rainha, fazer algum sentido. E elas são:

1 – Ser chamada de Kate
Quando Kate se tornar uma Windsor, seu título oficial passará a ser “Sua Alteza Real a Princesa de Gales”. Ninguém poderá mais se dirigir a ela como Kate – apenas como Catherine ou senhora.

2 – Votar
Tecnicamente, a Rainha e outros membros de sua família têm o direito de votar, mas não o exercem porque na prática isso é considerado anticonstitucional e em desacordo com a neutralidade necessária à Família Real perante seu povo.

3 – Exercer um cargo político
Novamente, a prática não condiz com o papel da realeza inglesa.

4 – Evitar o julgamento do povo
Ao se tornar uma princesa, Kate ficará sob os olhos de seus súditos 24 horas por dia, sete dias da semana. E terá de lidar com isso pelo resto da vida – pelo menos é o que se espera. Afinal, a Família Real oferece aos britânicos generosa fonte de entretenimento, com seus escândalos e boatos.

5 – Jogar Monopoly (Banco Imobiliário)
Em 2008, o príncipe Andrew, Duque de York, disse que a Família Real proibiu o jogo porque o mesmo se converte em um ‘vício’. No entanto, Andrew não contou o que eles passaram a usar para se entreter após a decisão.

6 – Dizer ou fazer algo controvertido
Isto inclui qualquer manifestação de Kate referente à sua posição política, social ou sexual… Basicamente, tudo o que diga respeito a sua personalidade.

7 – Comer mariscos
Aparentemente, nunca são servidos mariscos à Família Real, para evitar uma possível uma intoxicação alimentar em algum de seus membros. Sendo assim, se Kate não puder ficar sem os crustáceos, terá de comê-los em outro lugar.

8 – Trabalhar
É bem sabido que Realeza e trabalho não combinam. Como ficou provado quando o Príncipe Charles tentou trabalhar em uma fábrica ou quando a condessa Sophie Wessex foi forçada a abandonar sua agência de relações públicas.

Contudo, isso não deve ser um problema para Kate. Apesar de ter se formado em História da Arte, a jovem de 29 anos acumula curtas experiências de trabalho em sua carreira. Como princesa, ela provavelmente ocupará seu tempo com eventos nos quais tenha que comparecer como representante da Família Real.

9 – Assinar documentos não-oficiais
Como uma das futuras conselheiras de Estado caso William se torne rei, é possível que Kate tenha que assinar papéis oficiais no futuro. E as pessoas nessa posição não podem assinar passível de cópia.

10 – Terminar de jantar
Se for mais lenta que sua sogra para comer, Kate poderá passar muita fome. Na Grã-Bretanha, todos devem parar de comer quando a Rainha termina sua refeição.

Sinceramente, acho que não estaria disposta a entrar para uma família que basicamente me impedisse de ser o que sou: eu mesma… E vocês, o que pensam?

XOXO

Fonte: Alguma parte do yahoo.com (se souberem, digam-me!)

Bizarrices Gestacionais

Há pouco mais de um mês escrevi o post “Gravidez Pós-50”, no qual comentava a estranha gravidez natural da atriz Solange Couto, que se descobriu naturalmente grávida aos 54 anos. Para quem pensa que isso e desejos como terra e tijolo são as coisas mais bizarras relacionadas à gestação, esse post será a mudança… Hoje, passeando um pouco à procura de informação, fui atraída pelo texto “Conheça os recordes da Maternidade”, no Portal IG. Acrescentei um caso que descobri pesquisando um pouquinho mais…

Segue o texto do Portal IG – Delas e meu acréscimo…

 

Casa cheia
A norte-americana Nadya Suleman teve que comprar uma verdadeira coleção de berços ao montar seu enxoval. Em janeiro de 2009, ela teve óctuplos – seis meninos e duas meninas. Nadya esperava por “apenas” sete bebês. Mas, de acordo com o site do programa Good Morning America, da rede de televisão e rádio ABC, o oitavo apareceu cinco minutos depois do primeiro – devia estar escondido atrás dos irmãozinhos. Todos nasceram prematuros e foram recebidos por uma equipe de 46 médicos. Concebidos por fertilização in vitro, os oito bebês se somaram aos outros seis filhos de Nadya. E você achava que sua casa era cheia.

Avó e mãe
Em julho de 2008, a indiana Omkari Panwar teve gêmeos – como milhares de outras mulheres ao redor do mundo. O surpreendente é que Omkari foi mãe aos 70 anos. Ela já era avó de cinco crianças quando mais dois filhos, um menino e uma menina, nasceram de cesárea após Omkari realizar uma fertilização in vitro. A gravidez ocorreu porque a indiana, ao lado do pai dos gêmeos, Charam Singh, queria ter um menino, o que não havia acontecido até então. Antes de Omkari, a espanhola Maria Carmen del Bousada era a mulher mais velha a ter tido filhos, aos 66 anos.

Bebê gigante
Dizem que todo bebê nasce com cara de joelho. Muhammad Akbar Risuddin, nascido em setembro 2009 na Indonésia, seria um joelho bem grandinho: o médico que realizou a cesárea comparou o tamanho do recém-nascido Akbar ao de um bebê de nove meses. Com 8,7 quilos e 62 centímetros, o bebê foi confundido com gêmeos ainda na barriga da mãe, Ani. Akbar era o terceiro filho da família, mas nenhum dos anteriores nasceu tão grande quanto ele. Aqui no Brasil, em janeiro de 2005, Ademilton dos Santos nasceu com oito quilos. E, segundo o Guinness Book of World Records, o maior bebê do mundo saiu da barriga da canadense Anna Bates, em 1879. Ele pesava 10,8 quilos – mas não resistiu e morreu onze horas após o nascimento.

Na palma da mão
284 gramas era o peso que Amillia Taylor tinha ao nascer nos Estados Unidos, em 2006, menos de 22 semanas após ter sido concebida. Mesmo com a ajuda da medicina moderna, Amillia pode ser considerada um milagre. E um milagre muito comemorado pela mãe, a professora Sonja Taylor, que teve Amillia aos 35 anos. Principalmente porque, segundo a Associação de Pediatria Americana, bebês nascidos antes das 23 semanas completas de gestação dificilmente sobrevivem.

Um casal de gêmeos, duas festas de aniversário
Cinco minutos? Meia hora? Nada disso. Os gêmeos de Maricica Tescu nasceram com dois meses de diferença. Como se não bastasse, foram anos diferentes. Catalin nasceu de cesárea em dezembro de 2004 e Valentin veio ao mundo em um parto normal, em fevereiro de 2005. Maricica tinha uma rara deformação no útero, que permitiu aos médicos esperar a gestação completa de Valentin.

Já a norte-americana Jennifer Renz teve gêmeos com uma semana de diferença, em 2010, simplesmente por que o processo de parto estagnou logo após o nascimento da menina, que recebeu o nome de Grace. Os médicos preferiram não induzir a chegada do outro bebê e ele chegou sete dias depois (e recebeu o nome de Noah). Os pais afirmaram que vão comemorar os aniversários das crianças separadamente.

Três “parabéns a você”
A britânica Jennifer Allali deve ser especialista no cálculo da gestação. Seus três filhos, nascidos em anos diferentes, vieram ao mundo na mesma data: 7 de outubro. Sami nasceu em 2010, Adam em 2007 e Najla em 2005. Haja voz para cantar o “Parabéns” três vezes seguidas no mesmo dia.

Grávida por um ano
Segundo registros do ano de 1945, uma mulher chamada Beulah Hunter, de 25 anos, deu à luz em um hospital em Los Angeles. O acontecimento se tornava marcante por um motivo um tanto estranho: Penny Diana, sua filha, nascia não mais nem menos que 375 dias após ter sido concebida. De acordo com a revista “Time”, o médico de Beulah afirmou, na época, que o crescimento do bebê aparentou ter sido interrompido após três meses de gestação, e os batimentos cardíacos da criança só foram detectados pela primeira vez quatro meses depois – quando Beulah já estava no sétimo mês de gravidez.

12 Vezes

Carole Harlock, 42 anos, é recordista inglesa em barriga de aluguel.  Cobrando o equivalente a 40 mil reais, Carole gerou 12 bebês.

Eu, particularmente, não gostaria de ostentar a maioria dos fatos citados… rs

XOXO

Thaís Gualberto

Gravidez Pós-50

Sempre fui muuito a favor de que mulheres engravidem após os 40, sobretudo se o bebê em questão não for o primeiro filho. (Tratarei de alguns casos no livro que escrevo) Essa semana, entretanto, fui surpreendida pela notícia de que a atriz Solange Couto (Dona Jura, “O Clone”; atualmente em “Ribeirão do Tempo”), 54 anos, está NATURALMENTE grávida (!). Espanto, espanto, espanto, eu sei, mas é exatamente isso.

Para a atriz, casada há pouco mais de um ano com um homem de 24 anos, a gravidez foi total surpresa: ” Estava fazendo exames rotineiros para descobrir porque não conseguia perder peso quando soube que estava grávida de três semanas (agora quase quatro). Já tenho um filho de 36 anos e uma filha de 19. Não planejei e nem sonhava que isso pudesse acontecer. Foi uma surpresa e um presente de papai do céu. Agora é cuidar bem desse bebê”

Segundo especialistas, a atriz pode se considerar uma mulher premiada da natureza, pois são extremamente raros casos de fertilidade para a sua idade.  “A partir dos 40 anos é difícil [engravidar naturalmente], a partir do 45 é raríssimo, e depois dos 50 é o terceiro caso que eu ouço”, relata o ginecologista Alexandre Pupo, do hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, que há mais de 15 anos acompanha mulheres durante a gestação.  O obstetra do hospital Albert Einstein, Eduardo Zlotnik, afirma que a chance de uma mulher engravidar espontaneamente a partir dos 43 anos é de cerca de 1% por mês. “Há alguns casos no Brasil de gestantes acima dos 45 anos. Isso é uma raridade”, conta.

Além da dificuldade em engravidar, a mulher que resolver ter filhos mais tarde terá que se prevenir melhor para problemas durante a gravidez, como alterações da tireóide, diabetes e pressão alta. De acordo com os médicos, contudo, avanços científicos têm tornado a geração de bebês cada vez mais segura. “Quando entrei na faculdade, a idade que considerávamos uma gestante ‘idosa’ era de 31 anos”, relata Pupo. “Hoje, a mulher que consegue engravidar aos 40 anos não precisa se preocupar tanto. Se ela fizer o pré-natal corretamente, vai ter bebê saudável na imensa maioria dos casos”, conta Zlotnik, do Albert Einstein. Em relação aos riscos de problemas genéticos aos bebês – como a síndrome de Down – ambos os médicos afirmam que as chances aumentam com a idade, mas os perigos são pequenos. “A síndrome genética não é um fator que impossibilita a gravidez acima dos 35”, diz Pupo.

Como a atriz já tem um histórico de hipertensão (há alguns poucos anos ela sofreu um derrame que a afastou temporariamente da novela “Três Irmãs”), temo um pouco pela saúde dela. Considerando que isso aconteceu natural e inesperadamente, entretanto, parece-me que a vontade divina é de que esse bebê nasça e traga muita alegria a seus pais… Assim, que ela tenha muuuita saúde e sorte para levar a gestação o mais longe possível e que venha um lindo e saudável bebê…

 

 

 

Fontes:

Jornal Extra

Portal G1

 

Feliz 2011!!

Para todos os que visitaram, leram, comentaram, apoiaram o Simplesmente Feminina, o Política de Saltos ou a autora destes deseja um 2011 de enorme alegrias, paz, saúde e prosperidade!!

Espero voltar mais criativa e ativa para que esse blog seja cada dia mais visitado e comentado e também espero poder visitar e comentar mais os blogs que adoro ler…

Muito obrigada a todas!!

Até 2011!!

Beijos e abraços,

Thaís

Uma outra cultura

Olá!! Como vão??

Hoje, 2 de novembro, é dia de finados, um dia para pensarmos em nossos entes queridos que já se foram. Muitos são os que aproveitam esse feriado para visitar túmulos de amigos e familiares, efeitando-os e rezando pelos que partiram.

No México, contudo, o dia dos mortos não se resume a isso, é uma grande  celebração de origem indígena, que honra os defuntos. Começa no dia 1 de novembro e coincide com as tradições católicas do Dia dos Fiéis Defuntos e Dia de Todos os Santos. Além do México, também é celebrada em outros países da América Central e em algumas regiões dos EUA, onde a população mexicana é grande, tendo sido declarada pela Unesco como Patrimônio da Humanidade.

As origens da celebração no México são anteriores à chegada dos espanhóis. Há relatos que os astecas, maias, purépechas, náuatles e totonacas praticavam este culto. Os rituais que celebram a vida dos ancestrais se realizavam nestas civilizações pelo menos há três mil anos. Na era pré-hispânica era comum a prática de conservar os crânios como troféus, e mostrá-los durante os rituais que celebravam a morte e o renascimento.

Paradoxalmente, esta é uma das festas mexicanas mais animadas, pois, segundo a crença, os mortos vêm visitar seus parentes. Ela é festejada com comida, bolos, festa, música e doces preferidos dos mortos. Os favoritos das crianças são as caveirinhas de açúcar.

A familiaridade com que o mexicano trata a morte não o isenta de temê-la, mas o ajuda a conviver e sobreviver a esse medo. Desde cedo as crianças devoram avidamente as caveirinhas feitas de açúcar, bala de goma, chocolate ou amaranto, pães dos mortos e todo tipo de guloseimas servido a um fausto banquete de vivos e mortos. Assim, acostumam-se ao contato com uma morte brincalhona e companheira, personificada em bonecos-caveiras de papel machê.

Em termos ritualísticos, “comer a morte” pode representar a continuidade da vida, como se do ventre da morte pudéssemos ver nascer a vida. Daí se explicam costumes como o de os noivos, depois do casamento, irem ao cemitério onde estão enterrados seus parentes para tirar fotografias. Com isso, não apenas apresentam o novo companheiro a seus mortos, mas também compartilham com eles o momento feliz. Vem também daí o hábito de fotografar crianças abraçadas a caveiras jocosas ou o costume de algumas pessoas do interior, na hora da despedida, dizerem: “Se eu não lhe ver, que você tenha uma boa morte.”

Em relação aos símbolos da festa, destacam-se as caveirinhas de açúcar, o pan de muerto e oferendas feitas no altar preparado para o morto, no qual são colocadas fotos do falecido e imagens religiosas.


Eu acho interessante e super válida a forma como comemoram. Afinal, nada como nos lembrar dos bons momentos que vivemos ao lado de nossos queridos e daquelas coisas que os faziam felizes. Dia de Finados no México é um dia de celebração da vida, da alegria de viver…

Beijinhos e até a próxima!

PS: Tenho um carinho especial pelo México e seu povo, então aproveitei data para mencioná-los um pouquinho… ^^

Fontes:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_dos_Mortos

http://www.terra.com.br/revistaplaneta/mat_398.htm