Arquivo da categoria: Amor

Can I Be Your Lover?

“Um entreolhar, um convite. Passam os anos, mantém-se a cumplicidade. Um sorriso e ali estão as faíscas finais. Para o amor, para o etéreo. Mãos nas mãos, uma promessa. Os olhos se aproximam outra vez, os lábios se tocam. Lentamente. Intensamente. Uma delicada voracidade; a comoção profundo. O regozijo, a paixão. E o que palavras jamais descreveriam, os olhares decifravam. Os olhos limpidamente azuis dele, os olhos vividamente verde azulados dela. Ambos refletindo o mesmo sentimento, ambos captando o mesmo sentimento. Amtes de toda uma vida, amantes eternamente. Um amor incondicional, desmedido e ainda assim ponderado. Compreendiam-se, queriam-se, desejavam-se. A contemplação era apenas o começo de tudo; o constante conquistar, o constante cativar – era essa a magia entre eles. E ele não conseguia parar de admirá-la, como se estivesse pedindo uma sutil e silenciosa permissão para amá-la, para desbravá-la. E ela assentiu. Lisonjeada. Fascinada. Apaixonada.”

Leia o texto completo em Can I Be Your Lover?.

 

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“Desculpa Se Te Chamo de Amor” – Federico Moccia

Depois de taaaanto tempo sem postar (obrigada férias sem internet, obrigada aulas), aqui estou eu, um pouquinho atrasada com o nosso “Projeto 12” e ainda mais com essa sinopse, já que terminei este livro no comecinho de julho… Enfim, eis aqui!

Sobre o livro: Originalmente nomeado “Scusa Mai Ti Chiamo Amore”, o romance tem uma dinâmica de escrita que considero um tanto quanto distinta da qual em geral estamos acostumados a encontrar nos norte-americanos e britânicos, mas ainda assim envolvente à medida que avançamos as páginas. Risos, emoção, comoção, medo, surpresas; todos elementos bastante explorados por Moccia em sua musical e poética escrita em prosa. Sinopse aqui! Ah, existe ainda o filme baseado na história (poster aqui) e a sequencia desta, entitulada “Desculpa, Quero Me Casar Contigo”, que ainda não li e também tem um filme.

Pontos Positivos: A riqueza de detalhes nas descrições e a beleza das metáforas utilizadas por Federico Moccia, sobretudo nas cenas mais intensamente românticas, que embora muitas vezes explícitas, são muito mais eróticas que pornográficas. Além disso, agrada-me a sutiliza com a qual é abordado o amor entre pessoas de idades tão discrepantes, pois mesmo para quem não tem fé nesse tipo de amor, é impossível não torcer por Alessandro e Nikki. Destaque para o personagem Andrea Soldini, que se revela importante e interessante. Cabe lembrar também as excelentes citações musicais, pois são poucos os livros que fazem menções tão explicitas a cantores, discos, canções… Gosto muito desse recurso, que é quase como dar uma trilha sonora à história… E fiquei muito feliz quando foi citada “Gli Ostaccoli del Cuore”, da cantora Elisa, que eu já conhecia antes da leitura, e também quando mencionaram as canções de Laura Pausini, que eu amo.

Pontos Negativos: O excesso de personagens pouco explorados ao longo do romance, mas que possuem uma história própria, como Mauro e Paola, e que pouquíssimo tem a ver com a história. Isso confunde o leitor, tal como a introdução de pensamentos/falas dos personagens nos trechos do narrador sem qualquer alteração na formatação, como o uso do itálico, por exemplo. Também tenho a impressão de que a tradução não favoreceu o texto.

Nota: 8.5

E vocês? Já leram, pretendem ler ou não fazem a mínima questão?

xoxo

@thais_gualberto

Queen Victoria

Para mim o recente Casamento Real na Monarquia Britânica significou bem mais que o ar de conto de fadas, a análise do vestido/maquiagem/cabelo da noiva ou de convidados e as implicações deste (obviamente também me interessei por tudo isso. – risos). Como outros eventos de tal porte, este me empolgou quanto à cultura britânica, propriamente dita, e à História desse povo, o que incluiu a Real Genealogia Britânica, que contém figuras fantásticas para se analisar, inclusive femininas…

Em Londres, em 24 de maio de 1819, nascia, com o nome de Alexandrina Victoria, a que eu considero a mais veemente rainha da História Ocidental: A Rainha Victoria da Grã Bretanha.

Coroação da Rainha Victoria

Não digo isso apenas pelo reinado, iniciado em 1837, quando Victoria tinha apenas 18 anos, que foi talvez aquele em que a Inglaterra tenha vivido seu período mais áureo, glorioso (econômica e culturalmente falando), mas sim porque vejo-a como uma das mais impressionantes figuras femininas de destaque mundial com que já me deparei. Em uma época em que apenas homens tinham direito ao voto, que mulheres eram apenas objetos de ostentação (para poderosos homens) e reprodução, Victoria foi rainha, e uma rainha bastante influente para os padrões britânicos, cujo regime de Monarquia Constitucional (parlamentarista) reduz bastante o poder Real, uma rainha influente para o mundo. Mais que isso, Victoria recuperou valores morais, dos bons costumes e da família ao viver, como figura central do país, uma linda e, algo triste, história de amor com o Príncipe Albert, seu marido. E é esse lado, digamos, família e mulher apaixonada, que trago hoje (post quase no estilo do romance que escrevo)…

Victoria era muito romântica e, à primeira vista, apaixonou-se pelo Príncipe Albert de Saxe-Coburg and Gotha, seu primo pelo lado materno. Em seu diário (transcrito postumamente a pedido desta por sua filha mais nova, a Princesa Beatrice), a então princesa fez belos e emocionados relatos.

Tradução livre:
“Albert é extremamente belo… Seu cabelo é praticamente da mesma cor que o meu; seus olhos são grandes e azuis, e ele tem um belo nariz e uma boca muito delicada com estreitos dentes; mas o charme de seu semblante é sua expressão, que é a mais encantadora…” “[Albert] is extremely handsome; his hair is about the same colour as mine; his eyes are large and blue, and he has a beautiful nose and a very sweet mouth with fine teeth; but the charm of his countenance is his expression, which is most delightful.” ♥

Apesar do evidente amor pelo primo, Victoria, aos 17, não se sentia preparada para o casamento. Em 1939, Albert fez sua segunda visita à prima, já possuidora do título de Rainha do Reino Unido, e era nítido e mútuo o que sentiam um pelo outro. Em 15 de outubro de 1939, ELA propôs a ele que se casassem. Exatamente isso: no século XIX, uma mulher e Rainha da Inglaterra, pediu seu futuro marido em casamento, e não o contrário (girl Power!). Em 20 de fevereiro de 1840, eles se casaram na Capela Real do Palácio de St. James, em Londres. Victoria encantou-se! Ironicamente, passou a noite após o casamento deitada, com uma forte dor de cabeça, mas completamente extasiada.

Tradução Livre:
EU NUNCA, NUNCA passei uma noite como essa!!! Meu mais que querido queridíssimo querido Albert… Seu amor e afeto excessivos encheram-me de sentimentos de amor e felicidades celestiais. Eu nunca esperei sentir isso antes! Ele me apanhou em seus braços e nos beijamos e outra e outra vez! Sua beleza, sua doçura e delicadeza – como posso ser eternamente grata por ter um marido com este! Por ser chamada por nomes ternos que eu nunca havia escutado dizerem para mim – era uma felicidade além do acreditável! Oh! Esse foi o dia mais feliz de minha vida!” “I NEVER, NEVER spent such an evening!!! MY DEAREST DEAREST DEAR Albert … his excessive love & affection gave me feelings of heavenly love & happiness I never could have hoped to have felt before! He clasped me in his arms, & we kissed each other again & again! His beauty, his sweetness & gentleness – really how can I ever be thankful enough to have such a Husband! … to be called by names of tenderness, I have never yet heard used to me before – was bliss beyond belief! Oh! This was the happiest day of my life!”

Poucos meses depois, nasceu a primogênita do casal, também chamada Victoria. Relatos apontam que a Rainha odiava estar grávida, que se aborrecia por ter de amamentar e que achava recém-nascidos feios como rãs. Ainda assim, seu amor com o Príncipe Albert ainda lhes rendeu 8 herdeiros mais: Albert Edward (mais tarde rei Edward VII), Alice, Alfred, Helena, Louise, Arthur, Leopold e Beatrice.

Queen Victoria's family in 1846 by Franz Xaver Winterhalter esquerda-direita: Príncipes Alfred eAlbert Edward; a Rainha e o Príncipe Albert; Princesas Alice, Helena e Victoria

Infelizmente o que poderia parecer um conto de fadas terminou em apenas 21 anos de casamento. O Príncipe Albert faleceu em decorrência de febre tifóide e Victoria afastou-se da vida pública e apenas trajou preto até o final da vida, apesar da precoce viuvez, aos 42 anos. Confesso que fiquei bastante emocionada com o trecho a seguir… Emociono-me facilmente com as questões do amor…

Tradução Livre:
… ser mutilada no auge da vida – privada de nossa genuína felicidade, de nossa tranqüila vida familiar, que sozinha permitiu-me sustentar minha tão desgostosa posição, mutilada aos quarenta e dois – quando eu esperava com uma instintiva certeza que Deus jamais nos separaria e nos deixaria envelhecer juntos… – isso é tão horrível, tão cruel!“… to be cut off in the prime of life – to see our pure happy, quiet domestic life, which alone enabled me to bear my much disliked position, cut off at forty-two – when I had hoped with such instinctive certainty that God never would part us, and would let us grow old together … – is too awful, too cruel!”

Rumores sobre paixões após a viuvez existem, incluindo uma espécie de mordomo inglês e um criado indiano, mas isso pouco importa; nada se compararia ao amor que por Albert sentia. Em 22 de janeiro de 1901, Victoria deixou-nos, finalizando o mais longo reinado da Monarquia Britânica: 63 anos e alguns meses (pouco falta para que a Rainha Elizabeth II, sua trineta, a supere) Seus filhos e netos faziam parte das diferentes famílias reais européias e a maioria dos atuais monarcas são seus descendentes.

Curiosidades:

  • Comecei a escrever meu romance beem antes de me interessar pela Família Real Britânica e, quando comecei a ler sobre esta, descobri que vários de meus personagens (quase todos) tem nomes de membros dessa. Exemplo: Victoria, a protagonista, e Eduardo, o protagonista… (Os pais da rainha chamavam-se Victoria e Edward).
  • Victoria e Albert costumavam vestir os filhos em casa com roupas da classe média e seus quartos na casa de campo tinham pouco aquecimento, além de deixarem-nos brincar com filhos de camponeses quando iam para o campo, tudo isso a fim de que se sentissem mais próximos dos súditos.
  • A Rainha tinha como desejo que sua filhas casassem por amor, mas que este estivesse em alguma Monarquia Europeia.

Por amar intensamente, reinar por um longo período de destaque para Inglaterra, por ser mulher e ter-se imposto ao mundo antes mesmo que tivéssemos direito ao voto, deixo expressa aqui minha enorme admiração pela Rainha Victoria.

Espero que tenham lido esse longo post até o fim… Seria impossível falar de Queen Victoria em poucas linhas… Para ler trechos do diário da Rainha, acessar o link abaixo para o site oficial da Família Real.

“God bless the Queen”

Fontes:
Wikipédia
The British Monarchy (official)

xoxo
http://politicadesaltos.blogspot.com
@thaisdramaqueen

Sharon Corr – Dream of You [2010]

Cinco anos após o lançamento do último disco de estúdio do The Corrs, Home e passados três anos do primeiro álbum solo da vocalista do quarteto (Andrea Corr – Ten Feet High), foi lançado recentemente o álbum de estréia de Sharon Corr, a mais velha entre as três irmãs Corrs.

Sharon Corr - Dream of You

Sharon Corr - Dream of You

 

Mais que sua irmã, Sharon canta músicas de um estilo próximo ao característico da banda, da qual era violinista e backing vocal. Nas 12 faixas do álbum são nítidas as influências da musicalidade típica irlandesa e é marcante a presença de seu violino. Sua voz, pouco explorada nos saudosos tempos do The Corrs, soa doce e agradável, lembrando muitas vezes a voz de sua irmã Andréa.

O disco conta com 3 faixas instrumentais e 9 lindas baladas românticas, entre as quais eu destaco “Everybody’s Got to Learn Sometime”, “It’s Not a Dream”, “So Long Ago” e “Love Me Better”, havendo duas participações especiais: o guitarrista Jeff Beck, na lindíssima instrumental “Mna Na Heireann” e  o músico espanhol Álex Ubago em “Buenos Aires”.

 

Tracklists

01. Our Wedding [instrumental]

02. Everybody’s Got to Learn Sometime

03. It’s Not a Dream

04. Mná Na Héireann [feat. Jeff Beck] [instrumental]

05. Buenos Aires [feat. Alex Ubago]

06. So Long Ago

07. Smalltown Boy

08. Cooley’s Reel [instrumental]

09. Butterflies

10. Dream of You

11. Real World

12. Love Me Better

Vídeo de “Everybody’s Got to Learn Sometime”

Áudio de “So Long Ago”

Bom, nem preciso dizer que algumas dessas músicas já inspiram meus escritos literários… Para quem gosta de músicas românticas, fica a dica… Vale muuito à pena escutar Sharon Corr!

XOXO

Thaís

Daddy, I love you! Daddy, I need you!

Pode soar um tanto quanto piegas, mas eu não podia deixar de fazer minha menção ao dia dos pais…

Ok, todos são iguais, assim como as mães, só muda o endereço…

Têm zilhões de defeitos como ignorar leis da física (querem ocupar o mesmo lugar que outro corpo ao mesmo tempo), gostar muito de futebol (se flamenguista, só piora), serem chatos às vezes ( e quem não o é em algum momento), deixar você falando sozinho (típico de homens) e ainda assim, não há como não adorá-los…


Os pais também tem qualidades… Protegem, defendem, brigam por você; escutam músicas internacionais antigas que são muito melhores que as atuais (o famoso “gosto de pai”); ajudam você a alcançar seus sonhos (ao menos o meu); esforçam-se para faze-lo feliz, preocupam-se e te amam…

Claro que não poderia de falar sobre as contradições, inevitáveis para qualquer ser como: eu organizada, meu pai bagunceiro; eu conservadora, meu pai “largadão”; eu calma, meu pai estressado; eu estressada, meu pai calmo…

Enfim, amo meu pai e acredito que, apesar dos pequenos problemas de cada dia, a maioria de nós tem bons motivos para amar nossos pais…

Ser pai é dar exemplo, é ser herói, é ensinar, é aprender, é amar.

Feliz dia dos Pais!

Top 5:  Músicas sobre “Pai”

Ainda que algumas destas não exaltem a figura paterna, fazem menção a ela e denotam o quão importante um pai pode ser em nossa vida. PS: Alguns não são os vídeos originais, mas as músicas estão com tradução (exceto a última, a qual deixo a tradução ao fim do post). A última, é a minha homenagem ao meu e a outros pais…

05. Kelly Clarkson – Because of You


04. Christina Aguilera – Hurt


03. Simple Plan – Perfect


02. Fábio Jr. – Pai


01. Laura Pausini – Viaggio Con Te (Viajo com você)

Nos acordava com um beijo e depois
Ia pra cama enquanto nós
Corríamos à escola que
que você dizia que ensinava a viver
Mas a vida ensinou  a você
A cada dia um pouco mais
Com seus olhos apaixonados
De duas filhas loucas como nós
O que eu não daria
Para que o tempo nunca lhe envelhecesse

Aprendi a cantar junto com você
Nas tardes de verão nos cafés
Aprendi a ter coragem
E dividi a estrada (o caminho) e a alegria
A sua força e a sua melancolia
Em casa instante, cada miragem

Pelas festas você não estava mais
mamãe abria os pacotes junto a nós
O trabalho te levava embora
A sua solidão era minha
O que eu não faria
Para te devolver o tempo perdido

Aprendi a amar como você
A vida está clareando tudo para mim
Aprendi a ter coragem
E entendi a tímida loucura
Do seu ser único porque
Você é a meta da minha viagem
Para mim
É assim sempre demais
Pareço com você nos teus sorrisos
E nas lágrimas
Aprendi a sua coragem
E aprendi a amar e acreditar
Na vida clareando tudo para mim
E eu dividi esta viagem com você
Eu com você
Aprendi a minha coragem
Me acordo de novo nesta casa
Penso em quando você ia embora
E agora também o que eu não faria
Para te devolver o tempo perdido
#teamopai

Sailor Moon

Em minha última semana de férias, cometi um devaneio loucamente exagerado (e divertido!). Assisti, em cinco dias, toda a primeira temporada de Sailor Moon (gentilmente cedida a mim por uma de minhas amiguinhas – thanks! ^^); terminando este sábado ao meio-dia.

A princípio pode parecer estranho uma garota de 18 anos e estudante de economia dedicar tanto de seu tempo a um anime, mas Sailor Moon é simplesmente o melhor de todos os animes e marcou fortemente a minha infância.

Comecei a assisti-lo aos três ou quatro anos, quando era exibido na extinta TV Manchete e até passei por uma fase na qual apenas queria que me chamassem de Serena… (podem rir, eu autorizo). Agora, passados quase quinze anos, minha amiga reviveu minhas lembranças e foi impossível resistir!

Sailor Moon

E isso foi maravilhoso!! Sim, pois não há desenho mais Girl Power que esse (talvez Totally Spies seja comparável)! Todas as personagens de grande importância para o desenrolar do enredo, com exceção de Tuxedo Kamen, são femininas (sendo boas ou más). Mais que isso, as sailors guerreiras usam saia e, exceto pela Sailor Urano, que é lésbica, todas são totalmente femininas e fofas! Quem não se apaixona pelo jeito todo atrapalhadinho de Serena ou não se encanta com o cabelo de Rei Hino(Sailor Marte – na minha opinião a mais bonita de todas), pela inteligência de Ami Mizuno, pela força + romantismo de Lita ou pelo doce jeito de Mina?

Outra peculiaridade da série é o fato de que grande parte das batalhas travadas (sobretudo as de maior importância para a trama) é vencida pelo poder do amor e da amizade verdadeiros, e não pela força bruta, o que retrata a importância de tais sentimentos para que sejam vencido tudo o que é destrutivo, como maldade, inveja, ganância, ciúme e ódio.

#ficaadica : Assistam Sailor Moon

Episódio 01 da primeira temporada: http://www.youtube.com/watch?v=1HFp7qPRkzo

“A luz da Lua carrega uma mensagem de Amor” ou quase isso…

L-O-V-E

Ah, o amor… Odeio quando banalizam essa palavra. Acho horrível pessoas denominarem “ficadas” como amor… Um sentimento tão lindo e legítimo sendo falada da boca para fora… Um crime!

Como acabei de comentar no http://www.thousandideas.wordpress.com, sou uma romântica incansável. Incansável e incurável, apesar de não conhecer o amor fora do mundo ficcional.

Creio no amor verdadeiro, na existência de alguém especial para nos completar esperando, em algum lugar, pelo momento certo. Creio no respeito, na fidelidade, na espera…

O dia dos namorados é que não é muito interessante… Umas amigas namorando, as solteiras ocupadas com a faculdade (e eu também) e cá estou eu, pensando e escrevendo pieguice ao som de Air Supply… Estou feliz pelos apaixonados, pois o amor é uma das coisas mais lindas que pode acontecer a alguém.  Estou triste por mim, que não o vivi…

Enquanto isso, fiquemos com três top 10 especiais dia dos namorados…

Amor não correspondido ou distante ou dor de cotovelo mesmo:

  1. Laura Pausini – In Assenza di Te
  2. Three Doors Down – Here Without You
  3. The Corrs – Don’t Say You Love Me
  4. No Doubt – Don’t Speak
  5. Brintney Spears – Born to Make You Happy
  6. Thalía – No Me Enseñaste
  7. The Pussycat Dolls – Hush Hush
  8. Air Supply – Goodbye
  9. Christina Aguilera – Pero Me Acuerdo de Tí
  10. Luis Miguel – Encadenados

À espera do amor:

  1. The Corrs – All the Love in the World
  2. Ricky Martin feat. Christina Aguilera – Nobody Wants to Be Lonely
  3. Wynona – I Wanna Know What Love Is
  4. JoJo – How to Touch a Girl
  5. ABBA – Gimme Gimme Gimme! (A man after midnight)
  6. Helena Se…? feat. Laura Pausini – On N’oublie Jamais Rien (On Vit Avec)
  7. Laura Pausini – I Need Love
  8. Shakira – Men in this Town
  9. RBD – Ser o Parecer
  10. ?

Amando (esse vai até o 15 e todas perfeiíssimas!):

  1. Shania Twain – From this Moment
  2. Robbie Williams – Angels
  3. Air Supply – Making Love out of Nothing at All
  4. Shakira – Underneath Your Clothes
  5. Laura Pausini – Vivimi
  6. Melanie C – The Moment You Believe
  7. Kelly Clarkson – Anytime
  8. Leona Lewis – Footprints in the Sand
  9. Faith Hill – There You’ll Be
  10. Bryan Adams – Heaven
  11. Celine Dion – My Love
  12. Bon Jovi – Bed of Roses
  13. Berlin – Take My Breathe Away
  14. Lady Antebellum – Need You Now
  15. Mandy Moore – It’s Gonna Be Love