Centelha

O que você faria se o amor de sua vida fosse-lhe arrebatado por uma injustiça?

Ao acidentalmente tocar a arma de um crime, Victoria Fernández foi condenada injustamente a 37 anos de reclusão por um crime que não cometeu. Atordoado diante as provas e desesperado diante a condenação de sua esposa, Eduardo Arriaga, sob influência de Amalia Arriaga, sua tia, e de Rosa Fernández, a irmã gêmea de Victoria, pede o divórcio e aceita dizer para os filhos, Leonardo e Patricia, que a mãe deles estava morta e atendia por um outro nome.

Vinte anos se passam desde o “fatídico dia”. Eduardo, agora noivo da jovem María Luisa Landeros, desperta a ira de seus filhos mais velhos e também de suas tias, quem abominam a ideia de vê-lo outra vez casado, e também de Rosa, quem não admite nunca ter conquistado o cunhado, apesar de tê-lo dado sua filha mais nova, Mariana, que aos 18 anos é imagem e semelhança da jovem Victoria que o despertou para o amor. Mais que isso, Eduardo também se vê envolvido em um conflito consigo mesmo: o fato de que jamais conseguiu ou conseguirá superar seus sentimentos por Victoria, o que o faz, inclusive, questionar-se a respeito das decisões que tomou no passado.

Victoria, por sua vez, distante dos filhos e sentindo-se abandonada à própria sorte pelo homem que jurara amá-la sob quaisquer circunstância conta, como os únicos apoio, com a genuína amizade e competência da peculiar María Elena Ríos, sua advogada desde o dia em que foi acusada e com a esperança de conseguir de volta sua liberdade e rever seus filhos. Seu desejo se realiza precisamente 20 anos depois do “fatídico dia”, quando, por coincidência ou não, Rosa é misteriosamente assassinada nesse mesmo dia.

De volta à vida e à cidade em que vivia, Victoria depara-se com um inquietante: Reencontrará Eduardo e se deparará não só com os filhos, já adultos, mas também com todos os que estiveram na viagem em que perdeu tudo aquilo que considerava mais precioso.

Estará Victoria pronta os encontros e reencontros que a esperam? Conseguirá aliados em sua busca pelo verdadeiro culpado pelo assassinato de Paola Martínez y Orellana? Resistirá seu orgulho diante a mais singela centelha? E quanto a Eduardo, estará ele disposto a admitir cada um de seus vis erros em nome do imenso amor que nutre por Victoria? Estará ele disposto a enfrentar seu próprio sangue em nome de um sentimento? Quem os apoiará, quem os confrontará, quem os aproximará?

Essa é uma história sobre amor, amizades, valores, moral e família, mas, acima de tudo, uma história sobre arrependimento e perdão

Centelha…

Um passado, um amor, uma chama…

…*…

E se querem uma música que acompanha muitíssimo em essa história, essa é a canção:

Laura Pausini – In Assenza di Te

Em breve, mais informações…

Beijos,

Thaís Gualberto

 

Sobre Thaís Gualberto

Economista & Escritora // Economist & Writer

Publicado em 15 de maio de 2013, em Centelha e marcado como , , , , , , . Adicione o link aos favoritos. 2 Comentários.

  1. Já li os primeiros capítulos desse livro e posso garantir que os personagens e fatos foram bem construídos. Atente para os pensamentos e psicológico de cada personagem. É isso que dá a profundidade de Centelha. Vale a pena!

  2. Ai, tadinha da Victoria!!
    Interessante essa história.

    Beijos.

    Suas unhas estão no TE!

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