Arquivos do Blog

“Desculpa Se Te Chamo de Amor” – Federico Moccia

Depois de taaaanto tempo sem postar (obrigada férias sem internet, obrigada aulas), aqui estou eu, um pouquinho atrasada com o nosso “Projeto 12” e ainda mais com essa sinopse, já que terminei este livro no comecinho de julho… Enfim, eis aqui!

Sobre o livro: Originalmente nomeado “Scusa Mai Ti Chiamo Amore”, o romance tem uma dinâmica de escrita que considero um tanto quanto distinta da qual em geral estamos acostumados a encontrar nos norte-americanos e britânicos, mas ainda assim envolvente à medida que avançamos as páginas. Risos, emoção, comoção, medo, surpresas; todos elementos bastante explorados por Moccia em sua musical e poética escrita em prosa. Sinopse aqui! Ah, existe ainda o filme baseado na história (poster aqui) e a sequencia desta, entitulada “Desculpa, Quero Me Casar Contigo”, que ainda não li e também tem um filme.

Pontos Positivos: A riqueza de detalhes nas descrições e a beleza das metáforas utilizadas por Federico Moccia, sobretudo nas cenas mais intensamente românticas, que embora muitas vezes explícitas, são muito mais eróticas que pornográficas. Além disso, agrada-me a sutiliza com a qual é abordado o amor entre pessoas de idades tão discrepantes, pois mesmo para quem não tem fé nesse tipo de amor, é impossível não torcer por Alessandro e Nikki. Destaque para o personagem Andrea Soldini, que se revela importante e interessante. Cabe lembrar também as excelentes citações musicais, pois são poucos os livros que fazem menções tão explicitas a cantores, discos, canções… Gosto muito desse recurso, que é quase como dar uma trilha sonora à história… E fiquei muito feliz quando foi citada “Gli Ostaccoli del Cuore”, da cantora Elisa, que eu já conhecia antes da leitura, e também quando mencionaram as canções de Laura Pausini, que eu amo.

Pontos Negativos: O excesso de personagens pouco explorados ao longo do romance, mas que possuem uma história própria, como Mauro e Paola, e que pouquíssimo tem a ver com a história. Isso confunde o leitor, tal como a introdução de pensamentos/falas dos personagens nos trechos do narrador sem qualquer alteração na formatação, como o uso do itálico, por exemplo. Também tenho a impressão de que a tradução não favoreceu o texto.

Nota: 8.5

E vocês? Já leram, pretendem ler ou não fazem a mínima questão?

xoxo

@thais_gualberto

Helen Fielding – “Bridget Jones no Limite da Razão”

31 de maio, dia do Projeto 12!

Li esse livro no finalzinho do ano passado e, como seu primeiro volume, proporcionou-me deliciosos momentos de riso e descontração. Falo de nossa ilustríssima e imperfeita Bridget Jones, em sua segunda aventura.

Autor: Fielding, Helen

Editora: Record

Preço: R$ 37,60 (Lojas Americanas)

Sinopse:

No final do livro anterior, a personagem Bridget varou a noite em soluços até o raiar do sol com o homem de seus sonhos, Mark Darcy. Agora ela descobre o que acontece quanto se tem, de fato, o homem dos sonhos em casa – com todos os defeitos que cada homem tem. Atolada num pantanal de teorias dos livros de auto-ajuda e em maus conselhos de suas melhores amigas sobre parceiros; enfrentando uma ex-colega ladra de namorados; um buraco de dois metros e meio na parede da sua sala; uma mãe obcecada com descascadores de ovos cozidos e outros problemas, Bridget mergulha numa epifania espiritual, que a leva das filas de capuccino de Notting Hill, na Inglaterra, para as praias cheias de palmeiras e cogumelos mágicos da Tailândia.

Com esse livro, a inglesa Helen Fielding mostrou ao mundo que nossa querida Bridget ainda tem muito a compartilhar conosco sobres suas desventuras e pavores e ilusões, que não nos cansamos de acompanhar a nossa querida Bridget.

Tal como o primeiro volume, este também foi adaptado para o cinema, sendo estrelado por Renée ? (Bridget), Colin Firth (Mr. Darcy) e Hugh Grant (Daniel Cleever)

Ponto fraco: Não é exatamente um ponto fraco, mas uma parte mais chatinha da história… Não simpatizo muito com o pedreiro que faz o enorme buraco na parede de Bridget… Considero como uma parte um tanto quanto desnecessária da história…

Ponto forte: O livro inteiro é maravilhoso, e muito melhor que o filme, a propósito. Particularmente, adoro o momento Madonna de Bridget na Tailândia, a entrevista que ela faz com Colin Firth e também a obsessão dela por dormir no apartamento do Sr. Darcy, o que leva, obviamente, a um grandissíssimo mal entendido

Nota: 10.0

E vocês, já leram Bridget? O que acharam? Não deixem de contar!

xoxo

http://politicadesaltos.blogspot.com

@thaisdramaqueen

I wish…

Desde que minha amiga Vanessa, do blog Pensamentos Mil, voltou de Nova York e me falou sobre o livro “Mini Shopaholic” – Sophie Kinsella este passou a ser o topo da minha wishlist.

 

 

Como já disse em posts anteriores, sou completamente fanática/viciada pela coleção “Os delírios de Consumo de Becky Bloom”. Os 5 (agora 6) volumes da série são sensacionais e excelentes para quem procura um texto bem escrito, original e divertido. Li os cinco em três semanas e foi uma experiência maravilhosa, como sempre, melhor que a proporcionada pelo filme.

Não deixarei a sinopse aqui explícita, pois contém spoilers e não quero prejudicar possiveis leitoras, mas segue o link para a sinopse traduzida que encontrei no blog Shopaholic, da Mari Trigo.

Ah, como ainda não há edição traduzida, aceito a versão original, em inglês… ahahahahha

Mais informações em: http://www.sophiekinsella.co.uk

XOXO

Thaís Gualberto.

Dia Nacional do Livro!

Esta sexta-feira, 29 de outubro foi o Dia Nacional do Livro, pois nessa data, em 1810, foi fundada a Biblioteca Nacional.

Eu, como assídua leitora de romances, obviamente não poderia deixar de comemorar a data. Para isso, trago-lhes 5 indicações de livros que li e simplesmente amei, 4 dos quais inclusive inspiraram filmes.

05. PS: Eu Te Amo – Cecelia Ahern


Um livro para nos emocionarmos profundamente junto a Holly. Confesso que chorei algumas vezes enquanto o lia, mas foi lindo. As cartas deixadas por Gerry nos levam a refletir sobre o quão intenso pode ser um amor, as amigas de Holly nos mostram o quão importantes são as amizades na vida de uma pessoa. O livro é muito mais preciso e emocionante ao narrar o drama e recuperação de Holly que o filme estrelado por Hillary Swank e Gerard Butler, além de contar com mais personagens, o que torna o enredo mais verossímil.

04. As Brumas de Avalon – Marion Zimmer Bradley (4volumes)


Li a coleção aos 14 anos e adoraria lê-la outra vez. A visão feminina da famosa lenda britânica do Rei Arthur é fantástica, conquistando-nos em cada passagem, em cada detalhe mágico da narrativa mítica. Mais que isso, é interessante ver como mesmo em tempos remotos e de um machismo indescritível as mulheres tinham um avassalador poder sobre as decisões e a vida dos grande homens que fizeram a História. Não sei se há filmes retratando os livros.

03.O Diário de Bridget Jones – Helen Fielding (2 volumes)


Livro e filme são extremamente parecidos, mas, uma vez mais, o livro supera o filme na riqueza de detalhes e na capacidade em estimular nossas férteis imaginações. É divertido acompanhar os encontros e desencontros da vida de Bridget Jones, sua luta contra o peso e sua busca pelo amor, seus porres e as situações embaraçosas nas quais se mete. Bridget é um amor de pessoa! Uma excelente leitura para férias, engarrafamentos (quando se está em ônibus) e dias chuvosos.

02. O Diabo Veste Prada – Lauren Weisberger


Muitas roupas, sapatos, bolsas e glamour. Basicamente, o que toda mulher já sonhou ao menos uma vez na vida. O livro conta detalhes a cerca da altiva Miranda Pristley que certamente não nos passaram pela cabeça quando assistimos o filme. A propósito, no livro, a personagem vivida nos cinemas por Meryl Streep, tinha o cabelo longo e loiro… Eu adoraria que houvesse outros volumes sobre a relação profissional entre Andrea Sachs e Miranda Pristley, mas infelizmente, não há…

01. Os Delírios de Consumo de Becky Bloom – Sophie Kinsella (5 volumes)

Delírios de Consumo de Becky Bloom - Volume I - Sophie Kinsella

Delírios de Consumo de Becky Bloom - Volume I - Sophie Kinsella

Nenhum livro que li nos últimos anos me deixou tão empolgada como essa coleção. Os risos e temores que me foram provocados por Rebecca Bloom e sua compulsão fizeram-me ler os 5 volumes em três semanas (da semana do Natal do ano passado a primeira semana deste ano). Tudo bem que primeiro eu vi o filme, mas só fiquei sabendo do livro após ver o filme, que é sensacional e compreende aos fatos narrados nos volumes 1 e 2. Adorei ver Isla Fisher como Becky e espero que façam filmes para os demais volumes, pois são igualmente sensacionais, sobretudo o 05.

Breve sinopse do volume I: Rebecca Bloom é uma garota londrina com um péssimo hábito. É uma consumidora compulsiva. Apesar de ser uma jornalista especializada em mercado financeiro, não consegue controlar as próprias finanças. Endividada até a alma, vive fugindo do seu gerente de banco e procurando fórmulas mirabolantes para pagar a fatura do cartão de crédito. E ainda encontra tempo para se apaixonar.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 120 outros seguidores